Etiqueta: hiperestimulação da ovulação

  • Problemas da Fertilização in Vitro

    Problemas da Fertilização in Vitro

    Os principais problemas associados a fertilização in vitro podem derivar da estimulação da ovulação ou da própria gravidez.

    Os riscos derivados da estimulação são:

    • Síndrome da hiperestimulação ovariana.
    • Gestações múltiplas. Em ciclos onde dois embriões são transferidos a probabilidade de uma gestação múltipla é de 6%. Em ciclos onde há a transferência de três embriões a probabilidade da mulher engravidar de gémeos é de 12% e de trigémeos de 3%.

    Gravidez ectópica

    Os riscos derivados da gravidez são:

    • Aborto natural. Calcula-se que um aborto natural acontece em 20-22% dos casos. A maior parte dos abortos espontâneos ocorrem nas primeiras semanas de gestação.
    • Uma gravidez ectópica. A estatística mostra que entre 2 e 5 mulheres em cada 100 submetidas a fertilização in vitro têm uma gravidez ectópica. Nas gravidezes conseguidas de forma natural esta percentagem é de cerca de 1.5%.
  • Estimulação da Ovulação na Fertilização in Vitro

    Estimulação da Ovulação na Fertilização in Vitro

    A hiperestimulação controlada da ovulação e monitorização do processo é o primeiro passo da técnica de reprodução assistida apelidado de fertilização in vitro.

    A finalidade da estimulação da ovulação é conseguir que vários folículos cresçam, fazendo com que o número de ovócitos obtidos após uma punção ovárica aumente. Assim, o número de embriões obtidos aumenta bem como as possibilidades da mulher engravidar.

    Para isto, são prescritas gonadotrofinas e análogos de GnRH ou antagonistas de GnRH. Existem diversos protocolos de tratamento que o ginecologista deverá individualizar para cada caso. As doses dos fármacos também devem ser individualizadas em função da idade da mulher, dos ciclos prévios, da sua resposta ovárica  anterior, etc.

    A monitorização da estimulação é feita através de ecografias periódicas. A sua finalidade é controlar o número de folículos em desenvolvimento nos ovários, programar o momento da recuperação dos ovócitos e medir a grossura do endométrio até que essa seja a ideal para favorecer a implantação do embrião.

  • HCG (Gonadotrofina Coriónica Humana)

    HCG (Gonadotrofina Coriónica Humana)

    A gonadotrofina coriónica humana é mais conhecida pela sua sigla em inglês: HCG. É uma glicoproteína sintetizada nas células do sincitiotrofoblasto, que mais tarde formam a placenta.

    Aumenta no sangue algum tempo depois da implantação do embrião e a sua detecção é o fundamento dos testes de gravidez.

    Placenta

    Função da hormona HCG

    Esta hormona é responsável por impedir que o corpo lúteo se desintegre através da secreção de progesterona. Esta função é extremamente importante durante o primeiro semestre de gravidez.

    É também responsável por impedir que o sistema imunológico da mãe rejeite o embrião durante a primeira fase da gestação.

    A HCG é a base histórica e actual do diagnóstico de gravidez. Contudo, é possível que altos níveis desta hormona não indiquem uma gravidez mas sim certos tipos de cancro como o cancro da próstata.

    Testes de detecção da HCG

    Os testes de gravidez medem as concentrações desta hormona tanto na urina quanto no sangue, sendo os testes de sangue mais eficazes pois podem detectar uma concentração de 5mUI/ml da hormona, enquanto os testes de urina requerem um mínimo de concentração de 10mUI/ml para que a hormona possa ser detectada.

    A detecção desta hormona pode ser feita quanto a menstruação da mulher está atrasada. Contudo, nos tratamentos de reprodução assistida o momento da ovulação é controlado e o teste de gravidez pode ser feito 15 dias depois da punção folicular.

    Dependendo dos níveis da hormona é possível especificar de quantas semanas a mulher está gravida e se a sua gestação é múltipla. Níveis alterados da hormona podem indicar alterações genéticas do feto, como o síndrome de Down.

    Uso em reprodução assistida

    A hormona HCG é utilizada nos tratamentos de reprodução assistida actuais como um fármaco.

    Estrutura da HCG

    A sua estrutura é semelhante a da hormona luteinizante (LH), responsável pela ovulação no ciclo menstrual natural. Através da administração da HCG podemos alcançar os mesmos resultados da LH. Este fármaco é injectado cerca de 32-36 horas antes da inseminação artificial ou da punção ovárica com o objectivo de induzir a ovulação.

    Existem duas formas de obtenção desta hormona para utilização como fármaco:

    • De origem urinária. É obtida através da purificação da urina de mulheres gestantes. É a hCG urinária.
    • De origem recombinante. É obtida através da engenharia genética. É a hCG recombinante.

    Efeitos da HCG

    O principal efeito da HCG é intervir no processo de maturação dos folículos nos ovários. Os folículos são estruturas que armazenam no seu interior os ovócitos e que os expulsam do ovário depois de maduros. 37 horas depois da administração da HCG a ovulação ocorre.

    Na fertilização in vitro, a punção é feita um pouco antes das 37 horas para que seja possível capturar os ovócitos maduros antes que esses saiam para as trompas de Falópio como acontece em todos os ciclos menstruais.

    Indicações

    A administração desta hormona está indicada em todas as mulheres que se submetem a um tratamento de reprodução assistida. A hormona é utilizada para planificar e controlar a libertação dos óvulos por parte do ovário durante a ovulação.

    Vantagens da utilização da HCG

    A principal vantagem da utilização da HCG é que permite saber com exatidão o momento da ovulação, entre 26 e 40 horas depois da sua administração. Isto é muito importante no âmbito da reprodução assistida porque a partir da ovulação da mulher todo o resto do tratamento é programado.

    Hiperestimulação

    Desvantagens

    Risco de padecer do síndrome da hiperestimulação ovárica. A HCG tem um efeito vasodilatador e provoca problemas graves de extravasão de líquidos que podem ser perigosos quando não controlados. Nos casos em que, durante a punção, é detectada uma concentração muito elevada de estrogénio os ovócitos recuperados ou embriões fertilizados são congelados e transferidos durante um outro ciclo.

  • Vantagens da LH

    Vantagens da LH

    A hormona LH é prescrita em tratamentos de reprodução assistida com a finalidade de conseguir que a paciente engravide.

    As vantagens da administração da hormona LH durante a estimulação da ovulação nas pacientes para qual o tratamento é indicado são as seguintes:

    • Os níveis de soro de LH estão mais próximos aos níveis fisiológicos de LH.
    • Melhores taxas de ovulação são conseguidas.
    • É produzido um aumento adequado dos níveis de estradiol.
    • Melhores taxas de fertilização dos óvulos.

    • Melhores taxas de implantação.
    • O incremento da grossura do endométrio é a adequada.
    • A percentagem de gravidezes de sucesso é maior.
  • Causas do Síndrome da Hiperestimulação Ovárica

    Causas do Síndrome da Hiperestimulação Ovárica

    O ciclo menstrual natural da mulher faz com que esta liberte um único óvulo por mês. Nos tratamentos de fertilidade é muito frequente a administração de fármacos cujo objectivo é normalizar o desenvolvimento dos óvulos ou aumentar a produção dos mesmos.

    Contudo, se os medicamentos estimulam os ovários mais do que o necessário, esses podem inchar demasiado e o seu líquido pode extravasar para a área do útero e do peito. Este transtorno é apelidado de síndrome de hiperestimulação ovárica (SHO) e só ocorre depois da libertação dos óvulos por parte do ovário, isto é, depois da ovulação.

    Mulheres com síndrome de hiperestimulação ovariana

    O síndrome da hiperestimulação ovárica pode manifestar-se pelas seguintes razões:

    • Técnicas de reprodução assistida. O síndrome pode ocorrer devido a administração de gonadotrofinas e HCG.
    • Produção de forma natural de um pico de LH endógeno. Este caso é muito raro e o síndrome será de cariz leve. Manifesta-se em mulheres com síndrome do ovário policístico.
    • Mutações no receptor de FSH de algumas mulheres. Casos de hiperestimulação severa foram detectados durante gravidezes devido ao aumento natural da hormona HCG.
  • Um maior número de óvulos não aumenta as possibilidades de gravidez

    Um maior número de óvulos não aumenta as possibilidades de gravidez

    No âmbito de um tratamento de fertilização in vitro é necessário que a mulher se submeta a uma hiperestimulação ovárica controlada, isto é, hormonas serão administradas para aumentar o número de óvulos produzidos pelo ovário.

    De forma natural, as mulheres produzem um óvulo por mês. Contudo, com apenas um óvulo por mês não seria possível realizar uma fertilização in vitro, já que, neste contexto, as possibilidades da mulher engravidar com apenas um óvulo são praticamente nulas.

    Ovócitos para a FIV

    Por esta razão, o ovário é estimulado e, através de diversos fármacos, o crescimento de mais de um óvulo no ovário é controlado. Todo este processo é controlado por ecografias que permitem observar o processo de amadurecimento dos folículos.

    Número de óvulos na estimulação

    Quando os ginecologistas observam que os óvulos estão maduros, a punção folicular ou ovárica é programada para que os óvulos possam ser extraídos.

    O tratamento hormonal é muito personalizado, uma vez que, cada paciente responde de forma diferente as hormonas. Nos casos de mulheres sem desequilíbrios hormonais, deverá ser possível recolher um mínimo de 8 óvulos e um máximo de 18.

    Mais de 20 óvulos não significa mais possibilidade da mulher engravidar. Pelo contrário, se são produzidos muitos óvulos de uma só vez esses não são de qualidade. Quando a qualidade do óvulo é menor, as probabilidades de ser fertilizado com sucesso são, também, menores.

    Ovócito

    Assim, o importante é a qualidade dos óvulos produzidos e não a sua quantidade.

  • Inseminação Artificial (IA)

    Inseminação Artificial (IA)

    A inseminação artificial é uma das técnicas de reprodução assistida mais simples. Apesar da crença comum de que esta é um técnica moderna, pensa-se que começou a ser testada em humanos já no século XV, tendo ganho popularidade na década de 70 do século XX. A sua utilização é cada vez mais comum e estima-se que, por exemplo, em Espanha sejam realizadas cerca de 23.000 inseminações artificiais por ano, numero este que aumenta de ano para ano.

    A inseminação artificial é um processo simples e menos invasivo que outras técnicas de reprodução assistida mais complexas. É indolor e não é necessário anestesia.

    O que é a inseminação artificial?

    A inseminação artificial consiste na deposição de espermatozóides de uma forma não natural no útero da mulher durante o seu período de ovulação com o objectivo de conseguir uma gravidez.

    A inseminação é amplamente utilizada, existindo diferentes tipos de inseminação artificial dependendo do local de deposição dos espermatozóides no aparelho reprodutor feminino:

    • Inseminação artificial Intratubária
    • Inseminação artificial Intracervical
    • Inseminação artificial Intravaginal
    • Inseminação artificial Intrafolicular
    • Inseminação artificial Intra-uterina

    A inseminação artificial Intra-uterina é a mais utilizada e a que apresenta melhores resultados. Os outros tipos de inseminação artificial apenas são utilizados se houver problemas em alcançar o útero da mulher através do cérvice.

    Inseminação artificial

    Os tipos de inseminação artificial podem, também, ser classificados segundo a origem da amostra de sémen. Estes tipos podem ser a inseminação feita com o sémen do homem do casal ou inseminação feita com sémen de um dador. Nos casos de mulheres solteiras, de casais lésbicos ou de casais heterossexuais nos quais o homem tem problemas graves, a inseminação feita com sémen de um dador é a técnica utilizada.

    Indicações da escolha do método de inseminação artificial

    Ao escolher este método de reprodução assistida é importante fazer uma diferenciação dos vários tipos de inseminação artificial:

    Inseminação artificial utilizando o sémen do parceiro

    Este tipo de inseminação artificial deve ser utilizada quando existe:

    • Infertilidade feminina devido a problemas no cérvice.
    • Endometriose leve ou moderada.
    • Alterações no ciclo menstrual. Estas alterações incluem, por exemplo, o síndrome do ovário policístico.
    • Impossibilidade de depositar o sémen na vagina: ejaculação retrograda, vaginismo, ejaculação precoce, impotência sexual.
    • Alterações na qualidade do sémen.
    • Esterilidade de origem desconhecida: quando análises prévias não acusam a existência de qualquer patologia e os os pacientes apresentam níveis de fertilidade normal é recomendado começar com a inseminação.
    • Esterilidade de causa imunológica: incompatibilidade entre o aparelho reprodutor feminino e o esperma. Geralmente, esta esterilidade acontece devido a fabricação de anticorpos por parte da mulher que destroem os espermatozóides. A esterilidade de causa imunológica não é muito comum e a forma como funciona ainda não é totalmente conhecida.

    Indicações

    Inseminação artificial com sémen de dador

    No caso de um casal, após várias tentativas falhadas de inseminação com o sémen do parceiro é possível recorrer a inseminação com sémen de um dador. Este método é, geralmente, utilizado nos seguintes casos:

    • Mulheres solteiras ou casais lésbicos.
    • Existência de doenças genéticas do homem que não podem ser previamente diagnosticadas
    • Baixa qualidade do sémen.
    • Existência de doenças sexualmente transmitidas que impedem a garantia de existência de sémen sem vírus mesmo após a realização de tratamentos.

    Requisitos

    Para que um casal possa submeter-se à tratamentos de inseminação artificial devem reunir um conjunto de condições mínimas que assegurem que esta técnica funcionará correctamente.

    Em primeiro lugar o risco de existência de Hepatite C ou B, do vírus VIH, de Rubéola, de Sífilis e de Taxoplasmoses deve ser descartado, garantindo que não há riscos de contágio entre o casal e/ou o futuro bebé.

    Uma vez garantida a segurança é necessário comprovar a permeabilidade tubária da mulher. Isto é feito através de uma série de técnicas que permitem observar as trompas de Falópio e seu funcionamento.

    No caso do homem, é necessário que este tenha um mínimo de espermatozóides de boa qualidade. É necessária uma contagem superior aos 3 milhões de espermatozóides móveis.

    Por fim, o factor idade influência directamente as probabilidades de êxito ou fracasso de uma inseminação artificial. Em média, depois dos 36 anos as probabilidades de engravidar das mulheres começam a baixar.

    Processo

    A inseminação artificial é uma técnica simples que consiste em estimular suavemente a mulher e, no dia da sua ovulação, introduzir o sémen no seu útero.

    Ciclo ovárico controlado

    É necessário saber em que momento exacto do seu ciclo menstrual se encontra a mulher de forma a ser possível saber quando se deve realizar a inseminação. Nas mulheres que ovulam sem problemas não é necessário estimular o ciclo menstrual. Contudo, é recomendado faze-lo porque aumenta as possibilidades de sucesso do processo de inseminação.

    A estimulação ovárica é feita através da utilização de uma série de hormonas. As mais utilizadas são as gonadotrofinas. O controlo do número de folículos estimulados é recomendado, já que, a estimulação de um número elevado pode produzir gestações múltiplas. Assim, a estimulação deve ser suave e monitorizada.

    Ciclo menstrual estimulado pela inseminação artificial

    Indução da ovulação

    Uma vez alcançado o crescimento ideal dos folículos (18 mm de diâmetro), as hormonas para desencadear a ovulação são administradas e a ovulação ocorre nas 36-48 horas seguintes. A inseminação deve ser realizada nesse espaço de tempo.

    Capacitação do Sémen

    A fim de ser possível obter uma amostra de sémen em boas condições é aconselhável que o homem guarde um período de abstinência de 4 dias. Se o sémen utilizado é de um dador a clínica se encarregará de garantir a qualidade do mesmo.

    A capacitação do sémen é uma técnica através da qual proteínas e outros restos são eliminados do sémen, preservando-se os espermatozóides que têm boa mobilidade.

    Inseminação intra-uterina

    Neste caso a inseminação é feita durante o período de ovulação. Os espermatozóides capacitados são recolhidos num tubo e injectados no cérvice da mulher. Esta injecção pode ser feita directamente ou guiada por uma ecografia para que a paciente a possa seguir. Este procedimento é indolor e, por precaução, é aconselhável fazer uma hora de repouso após a inseminação. Depois do repouso a mulher pode abandonar a clínica e proceder com a sua vida normal.

    Apoio à fase luteína

    Geralmente, progesterona é administrada por via vaginal no suporte à fase luteína, isto é, a última fase do ciclo menstrual, para que a implantação do embrião seja mais fácil.

    Resultados

    Existe uma variedade de factores que influenciam os resultados da inseminação artificial como é o caso da idade da mulher, a espessura do endométrio e a qualidade do esperma. É importante incluir neste tratamento apenas os pacientes adequados.

    A eficácia do tratamento varia segundo as clínicas, sendo que a taxa de gravidez de sucesso de mulheres com menos de 35 anos que se submeteram a um tratamento de inseminação artificial com o sémen do seu parceiro varia entre os 13% e os 25%. No caso de utilização de sémen de um dador a taxa de sucesso ronda os 18-29%.

    Diversos estudos demonstram que é aconselhável realizar uma série de inseminações no caso de não haver gravidez. O mais recomendável é realizar 4 ciclos de inseminações e, se não for possível produzir uma gestação, outro tratamento de reprodução assistida deve ser escolhido. A taxa de gravidez após estes quatro ciclos é de 50-60% quando é utilizado o sémen do parceiro e de 60-70% no caso de utilização do sémen de um dador.

    Taxas de sucesso e resultados da IA

    Vantagens

    A principal vantagem da inseminação artificial é que é uma técnica simples que não requer qualquer intervenção cirúrgica. Assim, a utilização de anestesia não é necessária e todo o procedimento é indolor.

    Outra vantagem é o custo. Por ser uma técnica menos complexa o seu preço é menor quando comparado com outros tratamentos de reprodução assistida que requerem intervenção cirúrgica.

    Problemas

    Apesar de o número de problemas relacionados com a inseminação artificial ter vindo a diminuir continuamente durante os últimos anos em algumas ocasiões podem surgir algumas complicações como:

    • Síndrome da Hiperestimulação ovárica. Este síndrome é causado por uma resposta excessiva dos folículos as hormonas. Por este motivo as estimulações durante o processo de inseminação artificial devem ser suaves e controladas através de ecografias. Quando um risco de hiperestimulação é detectado o ciclo deve ser interrompido.
    • Gravidez Múltipla: a estimulação dos folículos pode originar gestações múltiplas sobretudo em mulheres jovens. Actualmente, as clínicas de reprodução assistida esforçam-se para evitar as gestações múltiplas, já que estas acarretam alguns riscos. Em mulheres com menos de 35 anos a administração de hormonas deve ser cancelada no caso de existirem mais de 5 folículos de 12mm ou mais de 3 com 15mm.

    Desvantagens da inseminação artificial: gestações múltiplas

    • Gravidez ectópica, refere-se a implantação do embrião fora da cavidade uterina. Em gravidezes conseguidas através de inseminação artificial o risco de uma gravidez ectópica é de 4%.
    • Aborto: o risco de aborto é maior durante as primeiras semanas de gestação, sendo que a taxa encontra-se nos 20%.
    • Infecções: são muito pouco frequentes (0.07% em cada inseminação), graças as rigorosas medidas de esterilização obrigatórias nas clínicas.

    Podem, também, produzir-se inflamações pélvicas e alguns problemas imunológicos.

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