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  • Como Tratar a Inflamação dos Ovários

    Como Tratar a Inflamação dos Ovários

    A inflamação dos ovários pode ser causada pela doença inflamatória pélvica, uma inflamação do trato reprodutivo superior feminino (ovários, trompas, útero e ligamentos); das trompas e dos ovários em conjunto, ou de cada um dos componentes do sistema reprodutor feminino já mencionados de forma individual. A inflamação dos ovários pode causar dor na área ano-rectal e as menstruações costumam ser, também, dolorosas e irregulares.

    Causas da inflamação dos ovários

    • Frio.
    • Aborto.
    • Gonorreia (doença sexualmente transmissível).
    • Outras inflamações.

    Sintomas da inflamação dos ovários

    • Febre e dor de cabeça.
    • Fluxo vaginal excessivo.
    • Dor abdominal e nos ovários.
    • Nervosismo e palpitações.

    Inflamação dos ovários

    Tratamento da inflamação dos ovários

    Esta inflamação pode ser reduzida através de vários remédios caseiros. Contudo, alguns desses remédios devem ser evitados durante a gravidez. Desta forma, antes de optar por qualquer tipo de tratamento, a mulher deve contactar o seu médico.

    • Evitar o frio e a humidade.
    • Dieta rica em vegetais e frutas.
    • Tomar sumo de uva, laranja e maçã.
    • Ferver camomila e sementes de linhaça em água e mergulhar as pernas e o abdómen nessa água durante 10 minutos.
    • Aplicar uma botija de água quente sobre o abdómen três vezes ao dia.
    • Lavar a região abdominal com água fria e tintura de arnica cozinhada três vezes ao dia.
    • Beber uma infusão de cravo, canela e anis em pó três vezes ao dia.
    • Cozinhar 25 colheres de folhas de nogueira em um litro de água e adicionar ao banho.
  • Hematomas Uterinos na Gravidez

    Hematomas Uterinos na Gravidez

    Uma em cada três gravidezes inclui perdas de sangue durante o primeiro trimestre de gestação. Estes sangramentos podem ser provocados por problemas de menor ou maior importância. Uma das causas mais comuns das hemorragias durante os primeiros meses de gravidez são os hematomas uterinos.

    O que são os hematomas uterinos?

    Os hematomas uterinos são estruturas na forma de meia-lua localizadas entre o tecido coriónico e a parede uterina ou entre as membranas fetais e as membranas mais superficiais do útero. Tomam a forma de pequenas concentrações de sangue no interior do endométrio entre as membranas já mencionadas.

    Segundo a sua localização classificam-se da seguinte forma:

    • Hematomas Retroplacentários.
    • Hematomas Sub-coriónicos.
    • Hematomas Marginais.
    • Hematomas Supra-cervicais.

    Hematomas uterinos

    Causas dos hematomas uterinos

    São variadas e estão associadas a:

    • Problemas no desenvolvimento da camada celular que fornece o embrião com nutrientes e nas artérias responsáveis pela nutrição da placenta.
    • Factores mecânicos.
    • Factores auto-imunitários.
    • Factores hematológicos.

    Prognóstico dos hematomas uterinos

    Normalmente, a mulher gravida detecta um sangramento e consulta o seu médico. O especialista realiza, então, uma ecografia para avaliar o estado do feto. No caso de não haver sangramento o hematoma será detectado nas ecografias de rotina.

    Na presença de um hematoma, e por prevenção, a gravidez é considerada de risco e à mulher se recomenda repouso. A evolução da sua situação é seguida pelo médico. Normalmente os hematomas uterinos não provocam um aborto. Podem ser absorvidos e desaparecer mas, se o hematoma for muito grande, o seu desaparecimento demorará mais tempo e os sangramentos vaginais prolongar-se-ão.

    O prognóstico da lesão é avaliado tendo em conta a sua localização e dimensão.

    Evolução de um hematoma uterino

    Um hematoma de pequenas dimensões que não é acompanhado de outros sintomas costuma evoluir bem e não representa uma ameaça para o feto. A medida que a gravidez avança, há uma normalização da circulação sanguínea e a maior parte desses hematomas desaparece.

    Um hematoma de maiores dimensões e com uma má localização pode provocar um desprendimento da placenta ou rotura prematura da bolsa dando origem a um aborto espontâneo ou a um parto prematuro se a gestação já estiver numa fase avançada.

    Quando a lesão é detectada pelo médico é importante que a mulher siga as indicações e instruções desse. A mulher deve repousar, não deve manter relações sexuais e, no caso de lhe ser prescrito, deve tomar progesterona.

  • Sintomas após uma Transferência Embrionária

    Sintomas após uma Transferência Embrionária

    A transferência embrionária é um procedimento simples e indolor que consiste no depósito do embrião ou dos embriões (no máximo 3) no útero da futura mãe. Antes da transferência a mulher deve ter a bexiga cheia para que a observação eco-guiada da cânula de transferência seja mais fácil.

    Sintomas pós-transferência embrionária

    O processo de fertilização in vitro ou de ICSI requer que a mulher se submeta a um tratamento hormonal que pode dar origem a sintomas de gravidez que manifestam-se mesmo se a mulher não estiver gravida.

    • Fluxo vaginal abundante: costuma acontecer nos dias que procedem a transferência embrionária devido as alterações hormonais. Este fluxo pode incluir manchas de sangue mais ou menos escuras.
    • Mudanças nos seios: nos dias após a transferência é normal que a mulher note que os seus seios estão um pouco mais duros, inchados e sensíveis que o normal.

    Transferência de embriões

    • Fatiga: deve-se ao aumento da hormona progesterona que numa gravidez natural tem a função de manter o revestimento do útero. Quando uma paciente faz um tratamento de FIV ou de ICSI tem de tomar suplementos de progesterona.
    • Náuseas: manifestam-se devido ao aumento de hormonas no corpo da mulher. É o clássico sintoma de uma gravidez apesar de que nem todas as mulheres gravidas o experienciam.
    • Urinação frequente devido a hormona hCG.
    • Ausência de menstruação. Após uma transferência embrionária uma paciente deve esperar 14 dias até que a sua menstruação chegue.

    Apesar dos sintomas seguintes serem menos comuns podem manifestar-se: insónia, perda de apetite, inchaço do ventre, contracções musculares, etc. No caso de estes sintomas impedirem que a mulher realize as suas tarefas habituais um médico deve ser consultado.
    Sintomas depois de uma trasnferência embrionária

    Quando consultar um médio depois de uma transferência embrionária

    Depois de uma transferência de embriões há que ir ao centro de reprodução sempre que:

    • Apareça um sangramento abundante parecido a menstruação antes do 14º dia.
    • A mulher sinta dores agudas e persistentes no abdómen.
    • Exista uma deteorização do estado de saúde normal da mulher.
  • Cólicas durante a Implantação

    Cólicas durante a Implantação

    O que é a implantação?

    A implantação é o momento no qual o óvulo fertilizado por um espermatozóide fixa-se na parede do útero, onde se formará a placenta que tem a finalidade de fornecer sangue e alimento ao feto em desenvolvimento.

    Quando ocorre a implantação?

    Depois da fertilização do óvulo por um espermatozóide, o zigoto desloca-se pelas trompas de Falópio até ao útero onde permanecerá alojado. No caso de não haver fertilização, o óvulo desloca-se até ao útero e é eliminado durante o ciclo menstrual da mulher. A implantação ocorre cerca de sete dias após a ovulação.

    Cólicas durante a gravidez

    As cãibras e cólicas podem manifestar-se em qualquer etapa da gravidez e em cada caso podem significar algo diferente:

    Cólicas durante a implantação:

    Ocorrem nas primeiras semanas de gestação e costumam ser acompanhadas de um pequeno sangramento. Estas cólicas e sangramento indicam que o embrião fixou-se nas paredes do útero e que a mulher está gravida. Apenas uma em cada quatro mulheres sangram durante a implantação.

    Sangramento de implantação

    Este tipo de cãibras e cólicas ocorrem na região abdominal inferior e começam após a fertilização do óvulo pelo espermatozóide e não apenas depois da implantação do embrião. Não devem durar mais de um ou, no máximo, dois dias. No caso das dores persistirem, a mulher deve consultar um médico que possa descartar a existência de alguns problemas como um aborto espontâneo, uma gravidez ectópica, etc.

    Cólicas durante o início da gravidez

    Muitas mulheres pensam que estas dores são um sinal de um aborto espontâneo. Contudo, na maior parte das vezes, são apenas uma continuação das cólicas associadas à implantação.

    A dor do ligamento redondo do útero

    Este tipo de dor são cãibras que se manifestam numa etapa mais avançada da gravidez. Costuma ser uma dor leve e constante que se manifesta sobretudo quando a mulher muda de posição e ocorre devido a expansão dos músculos localizados abaixo do útero que têm de suportar o peso do bebé.

    Cãibras durante a gravidez

    As cãibras e cólicas são motivo para preocupação?

    As caibras e cólicas são um sintoma de gravidez completamente normal. São um sinal de que o corpo da mulher está preparando-se para os 9 meses de gravidez. Contudo, as caibras não devem ser acompanhadas nem de febre nem de sangramentos excessivos. Nesses casos e no caso de haver um historial de abortos espontâneos ou de dores persistente um médico deve ser consultado.

  • Sintomas de uma gravidez antes do atraso menstrual

    Sintomas de uma gravidez antes do atraso menstrual

    Muitas mulheres começam a apresentar os primeiros sintomas de uma gravidez poucos dias depois da implantação do embrião no útero, enquanto outras só manifestam esses sintomas mais tardes ou não o chegam a fazer. Na grande maioria das mulheres os primeiros sintomas de uma gravidez manifestam-se 7 ou 14 dias depois da concepção.

    Se a mulher exibe apenas um sintoma, a probabilidade de haver uma gravidez é menor, mas se vários sintomas manifestam-se ao mesmo tempo é possível que a mulher esteja gravida e já o saiba mesmo antes do atraso menstrual.

    Primeiros sintomas de uma gravidez

    Se a concepção aconteceu durante o período de ovulação, o óvulo fertilizado demorará cerca de 7 dias a chegar ao útero e a fixar-se nas suas paredes. Desde esse momento, as hormonas libertadas pelo corpo da mulher e pelo embrião serão as responsáveis pelo aparecimento dos primeiros sintomas de gravidez e pela preparação do corpo para manter o feto no útero materno até ao momento do nascimento.

    A hormona gonadotrofina coriónica humana é libertada pela placenta e encontra-se, em grandes quantidades, na corrente sanguínea desde a sétima semana até a décima segunda semana de gravidez. Posteriormente, os seus níveis baixarão. Está hormona é o principal indicador de uma gravidez.

    Primeiros sintomas de uma gravidez

    Os primeiros sintomas de uma gravidez são muito similares aos sintomas pré-menstruais e podem ser difíceis de distinguir. De seguida enumeraremos os primeiros sintomas de uma gravidez:

    • Mudanças nos seios. Para além de haver um aumento da sensibilidade e do tamanho dos seios, as auréolas começam a escurecer.
    • Mudanças na vagina. O aparecimento de um pequeno sangramento entre o sétimo e o décimo dia depois da fertilização é bastante comum. Este sangramento acontece devido a implantação do óvulo fertilizado nas paredes do útero.
    • Sensação de cansaço. É normal que a mulher gravida sinta um leve mal-estar durante os primeiros dias de gravidez devido ao aumento da temperatura basal, ao aumento do seu ritmo cardíaco, a baixa pressão arterial e a maior sensação de sono.
    • Mudanças no olfacto e aversão a certos alimentos. A sensibilidade do olfacto aumenta durante a gravidez.
    • Náuseas e vómitos. As náuseas só costumam ser sentidas depois de um mês de gravidez mas algumas mulheres sentem-nas mais cedo. Quando o segundo trimestre de gravidez começa a maior parte das mulheres deixa de sentir náuseas.

    Náuseas, enjoos e vómitos como sintomas de uma gravidez

    • Inchaço abdominal. Este inchaço ocorre devido as mudanças hormonais. O estrogénio provoca retenção de líquidos.
    • Aumento da vontade de urinar. Durante os primeiros meses de gravidez as hormonas são responsáveis pelo aumento da irrigação de sangue na região pélvica. Assim, durante as primeiras semanas de gravidez, a mulher sente um aumento na vontade de urinar.
    • Aumento da temperatura basal. Quando a mulher engravida a sua temperatura sobe pelo menos meio grau.
    • Mudanças de humor. É normal que as mudanças hormonais causem mudanças de humor.
    • Desejos. A hormona HCG causa mudanças sensoriais que provocam desejo por determinados alimentos.

    A maioria dos sintomas acima mencionados podem manifestar-se antes da menstruação. Contudo, um dos sintomas mais claros da gravidez é a ausência de menstruação.

  • Posso engravidar durante a menstruação?

    Posso engravidar durante a menstruação?

    Esta é uma pergunta muito frequente entre as mulheres e a sua resposta é sim. Apesar das probabilidades serem escassas não são nulas.

    Normalmente, os ovários libertam um óvulo na metade do ciclo menstrual (entre 12 e 15 dias depois do inicio do ciclo). Portanto, quando o ciclo menstrual está na sua metade é quando há mais hipóteses de uma mulher engravidar.

    A fertilização ocorre quando o espermatozóide funde-se com o óvulo enquanto este desce pelas trompas de Falópio até ao útero. Se o óvulo não é fertilizado depois de chegar ao útero é expelido para o exterior durante a menstruação.

    É possível engravidar durante a menstruação?

    Normalmente, quando um mulher está menstruada os ovários já estão preparando um novo ovócito para o seguinte ciclo. Esse ovócito apenas será libertado cerca de 15 dias após o início do ciclo , logo não deveria ser possível engravidar até ao momento de libertação desse ovócito. Contudo, nem todas as mulheres têm a mesma duração do ciclo menstrual. Na maioria das mulheres o ciclo é de 28 dias mas em algumas é mais curto (23 ou 25 dias, por exemplo). As mulheres que têm um ciclo menstrual mais curto podem ovular antes do fim da menstruação (de facto quanto mais curto for o ciclo mais aproximadas estarão a ovulação e a menstruação), logo, se mantiverem relações sexuais enquanto estão menstruadas podem ficar gravidas. Para além disto, os espermatozóides permanecem no aparelho reprodutor até 4 dias depois da ejaculação, podendo fertilizar o novo óvulo.

    O mesmo ocorre em mulheres que têm ciclos irregulares pois é difícil apontar o momento exacto da ovulação. Também existem mulheres que ovulam cedo no décimo dia do ciclo em vez de no décimo quinto. Se mantiverem relações sexuais durante este período, essas mulheres podem engravidar.

    Um outro factor que pode afectar o ciclo menstrual de uma mulher é o stress. Se uma mulher está stressada o seu período pode aparecer mais cedo, uma vez que o stress afecta o correcto funcionamento do organismo.

    Relações sexuais com o período

    Por fim, se uma mulher apresenta sangramento vaginal devido a uma infecção do útero ou cisto pode confundir esse sangramento com a menstruação. Assim, a mulher não sabe em que fase encontra-se o seu ciclo menstrual.

    Por tudo isto, podemos afirmar que há possibilidades de uma mulher engravidar durante a menstruação. Se não deseja correr riscos e ter uma gravidez indesejada deve sempre usar protecção quando tem relações sexuais.

  • Hormónio Antimülleriano

    Hormónio Antimülleriano

    É cada vez mais habitual que o hormónio antimülleriano (AMH) apareça nos exames de sangue de pacientes que procuram clínicas de reprodução assistida. Este hormónio é usado em muitos casos clínicos pois foi provado que tem uma grande capacidade preditiva neste tipo de tratamentos.

    O que é o hormónio mülleriano?

    O AMH é uma proteína cuja principal acção fisiológica aparece no desenvolvimento embrionário quando a diferenciação sexual está a ser feita. O seu nome faz referência ao facto de que impede a formação de condutores de Müller por parte do homem, Condutores esses que são responsáveis pela formação do útero e das trompas de Falópio durante o desenvolvimento embrionário feminino.

    Este hormónio ou hormona está presente tanto nos homens como nas mulheres. É produzido exclusivamente pelas células somáticas que rodeiam as gametas (células que envolvem os óvulos e os espermatozóides). Por este motivo, o AMH é visto como um marcador biológico tanto da acção dos ovócitos quanto dos espermatozóides.

    Hormónio Antimülleriano nas mulheres

    O AMH é concebido como um marcador da reserva ovárica da mulher. Isto contribui para um melhor conhecimento da fertilidade e permite determinar o tratamento de reprodução assistida que o casal deve seguir em função da reserva ovárica da mulher.

    AHM é produzido pelas células granulares do pré-antral e pelos pequenos folículos antrais. Os folículos são o conjunto das células que servem de acompanhamento e protecção enquanto o ovócito vai crescendo dentro dos ovários.

    O que é realmente interessante na medição deste hormónio é que é independente do ciclo menstrual, ao contrário de outras hormonas preditivas da reserva ovárica como o FSH e o estradiol cujos valores dependem do momento do ciclo menstrual em que se encontra a mulher.

    Se todos os estudos e o efeito preditivo do AMH forem confirmados, este hormónio transformar-se-á no marcador ovárico por excelência. Os níveis de AMH estão, aparentemente, bem delimitados e a sua medição é eficaz tanto em casais com uma baixa resposta ovárica quanto em pacientes hiperestimuladas.

    Na mulher, o AMH é um marcador endócrino da reserva ovaáricaideal, já que, reflecte não só a quantidade dos folículos ovarianos, mas também a qualidade dos ovócitos. Diz-se que o AMH é produzido apenas pelos folículos saudáveis que darão origem a um ovócito de qualidade.

    Hormónio Antimülleriano nos homens

    Nos homens, o hormónio AMH é um bom marcador das células dos túbulos seminíferos que oferecem suporte metabólico e estrutural durante a espermatogénese, e permite fazer uma avaliação da função testicular.

    No caso de homens que sofrem de azoospermia secretora a determinação deste hormónio pode ajudar a descobrir se existem espermatozóides no testículo que possam ser extraídos mediante uma biopsia para depois serem utilizados em uma técnica de reprodução assistida como a ICSI.

    Em homens antes da puberdade, a AMH é um bom indicador das células de Sertoli de bom funcionamento. Nos adultos, a determinação deste hormónio tem importância clínica para a avaliação da função espermatogênica do testículo.

  • Sintomas durante os primeiros dias de gravidez

    Sintomas durante os primeiros dias de gravidez

    Sabe quais são os sintomas que se manifestam durante os primeiros dias de gravidez? Aqui pode encontrar informação sobre os indícios de uma gravidez que podem ser detectados antes do atraso menstrual. O normal é que não exista manifestação de sintomas durante os primeiros dias de gravidez. Muitas vezes a mulher apenas começa a sentir esses sintomas após uma ou duas semanas do início da gravidez.

    Sintomas durante os 10 primeiros dias de gravidez

    • Sensibilidade e inchaço dos seios. Este é um dos primeiros sintomas de gravidez. Pequenas erupções cutâneas aparecem nas areolas dos seios que pouco depois começam a crescer e a escurecer.
    • Sangramento leve. Durante os primeiros dias de gravidez a mulher pode ter um pequeno sangramento vaginal. Este sangramento trata-se de algumas gotas de sangue de cor rosada ou acastanhada que acontece devido a implantação do embrião e desaparece depois de um ou dois dias.
    • Esgotamento. Cansaço duradouro que não melhora depois de várias horas de sono.
    • Olfacto sensível e aversão a certos alimentos. A mulher gravida sente odores que antes lhe passavam despercebidos e alguns aromas a que estava acostuma podem causar mal-estar.

    Primeiros dias de gestação

    Sintomas a partir dos primeiros 15 dias de gravidez

    • Mudanças de humor. Estas mudanças nem sempre se produzem e variam de pessoa para pessoa.
    • Dor abdominal. Inchaço ou sensação de pressão semelhante aquela sentida antes da menstruação.
    • Vontade de urinar frequentemente. Durante a gravidez a quantidade de sangue e outros líquidos em todo o corpo humano aumenta. Assim, os rins trabalham mais e a mulher gravida pode começar a sentir este sintoma a partir da sexta semana de gravidez.
    • Enjoos, dor de cabeça ou cólicas. Estes sintomas manifestam-se, normalmente, no fim do primeiro mês de gravidez. Contudo, algumas mulheres podem senti-los desde o início da gestação.
    • Temperatura corporal elevada. A temperatura corporal de uma mulher gravida aumenta meio grau e mantem-se elevada durante 18 dias consecutivos.
    • Falta de menstruação.
    • Resultado positivo de um teste de gravidez. Este teste pode ser feito aproximadamente uma semana depois do atraso da menstruação.

    Sintomas dos primeiros dias de gravidez

    Outros sintomas que uma mulher pode notar durante os primeiros dias de gravidez são: dor nos ovários, diarreia e febre.

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