Categoria: Fertilização in Vitro

  • Contra-indicações do Ovitrelle

    Contra-indicações do Ovitrelle

    O Ovitrelle contem hCG recombinante (gonadotrofina).

    Este fármaco é prescrito no âmbito de tratamentos de reprodução assistida com a finalidade de conseguir uma gravidez através da estimulação do processo de amaturação dos folículos do ovário e sua preparação para ovular.

    Ovitrelle está contra-indicado nos seguintes casos:

    • Hipersensibilidade ao principio activo ou a qualquer componente.
    • Cancro do ovário, útero ou mama.
    • Tumores do hipotálamo ou da hipófise.
    • Sangramento vaginal com causa desconhecida.
    • Quistos ováricos ou aumento do tamanho dos ovários não relacionado com o síndrome do ovário policístico.
    • Gravidez ectópica nos três meses anteriores ao início do tratamento.
    • Problemas de tromboembolismo activo.
    • Mulheres gravidas e mulheres lactantes.

    Gravidez ectópica. Contra-indicações do Ovitrelle

    Ovitrelle não deve ser utilizado quando não é possível obter uma resposta eficaz, como por exemplo, nos casos de:

    • Falha ovárica primária.
    • Mulheres em fase de pós-menopausa.
    • Malformações dos órgãos sexuais incompatíveis com a gravidez.
    • Tumores no útero incompatíveis com a gravidez.

    Fonte: European Medicines Agency

  • Indicações do Ovitrelle

    Indicações do Ovitrelle

    Ovitrelle é um fármaco utilizado na inseminação artificial, na fertilização in vitro convencional e na ICSI durante o processo de estimulação da ovulação.

    Ovitrelle está indicado no tratamento de:

    • Mulheres submetidas a uma estimulação controlada da ovulação num contexto de aplicação de uma técnica de reprodução assistida como a FIV.
    • Mulheres com não ovulação depois da estimuação do desenvolvimento folicular.

    Ovitrelle

    Este fármaco é vendido apenas mediante a apresentação de receita médica.

    Fonte: European Medicines Agency

  • Ovitrelle

    Ovitrelle

    Ovitrelle é um fármaco que contem hCG recombinante e a sua principal substância activa é a coriogonadotrofina alfa.

    Este fármaco é prescrito  com o objectivo de estimular a ovulação da mulher no âmbito de um ciclo de inseminação artificial, de fertilização in vitro convencional ou de ICSI.

    Este medicamento existe em dois formatos:

    • OVITRELLE Pó e solvente para solução injectável 250 mg
    • OVITRELLE Seringa pré-enchida 250 mcg/0,5 ml

    Ovitrelle e transferência embrionária

    O Ovitrelle é o fármaco de eleição para provocar a ovulação nos casos em que as hormonas permitem que a transferência de embriões seja feita no mesmo ciclo isto é, permitem que os ovócitos sejam extraídos, fertilizados e depois transferidos.  Existem outros medicamentos que provocam a ovulação e que afectam o endométrio, logo, a transferência não pode ser feita no mesmo ciclo. Os embriões são congelados e transferidos no ciclo seguinte após a optimização do endométrio para aumentar as probabilidades de implantação e gravidez.

  • Capacitação de Espermatozóides

    Capacitação de Espermatozóides

    A capacitação de espermatozóides é um processo que ocorre de forma natural nos espermatozóides e que lhes permite ter a capacidade de fertilizar o óvulo.

    Assim que o espermatozóide é ejaculado é incapaz de penetrar a espessa membrana do óvulo e necessita sofrer uma serie de alterações estruturais. Essas alterações ocorrem no interior do aparelho reprodutivo feminino.

    Nos tratamentos de reprodução assistida que requerem a capacitação dos espermatozóides, como é o caso da inseminação artificial e da FIV, a capacitação pode ser feita em laboratório.

    A capacitação pode, também, ser utilizada no âmbito de um diagnóstico da capacidade dos espermatozóides fertilizarem o óvulo.

    Capacidade do esperma

    Para que a capacitação dos espermatozóides possas ser feita é necessário processar uma amostra de sémen em laboratório através de técnicas como a swim-up e os gradientes de densidade.

    Os espermatozóides separam-se do líquido seminal e são agrupados em função da sua mobilidade e morfologia. Assim, é possível escolher apenas os espermatozóides aptos para a fertilização.

    Os resultados da capacitação são apresentados em termos da quantidade de espermatozóides moveis e com trajectórias rectilíneas por milímetro de sémen ejaculado. Isto é conhecido como contagem de espermatozóides móveis.

    Contagem de espermatozóides móveis

    A partir dos resultados obtidos pelo espermograma e pela capacitação dos espermatozóides é feito um diagnóstico e uma técnica de reprodução assistida é aconselhada da seguinte forma:

    • No caso de uma contagem superior a 3 milhões de espermatozóides móveis por ml de sémen deve-se recorrer à inseminação artificial.
    • No caso de uma contagem superior a 1 milhão de espermatozóides móveis por ml de sémen mas inferior a 3 milhões deve-se optar por uma fertilização in vitro convencional.
    • No caso de uma contagem inferior a 1 milhão de espermatozóides móveis por ml de sémen, uma microinjecção intracitoplásmica de espermatozóides é aconselhada (ICSI).
  • Análise da Quantidade de Leucócitos no Esperma

    Análise da Quantidade de Leucócitos no Esperma

    A quantidade de leucócitos no esperma é avaliada através de um espermograma e a sua contagem é feita por milímetros de sémen.

    Valores iguais ou inferiores a 1 milhão de leucócitos por mililitro de esperma é considerado normal. A alteração na qual os valores superam os 10 milhões de leucócitos por mililitro é denominada de prospermia.

    A presença de leucócitos no esperma é um reflexo de uma infecção que pode dar origem a uma esterilidade temporal que tem de ser tratada para que não se torne permanente.

    Analíses dos leucócitos no esperma

    Quando valores superiores a 1 milhão de leucócitos/ml são detectados é feito um estudo bacteriológico que consiste na cultura do esperma.

    A cultura do esperma consiste em analisar o esperma ou sémen em busca de infecções causadas por bactérias, fungos, etc. Os diferentes tipos de cultura são:

    • Ágar Sangue
    • Ágar Chocolate
    • Ágar EMB

    As amostras são incubadas na temperatura adequada para cada método e uma observação e contagem das colónias de leucócitos é feita posteriormente. A cor da colónia é indicativa do microorganismo que a forma.

    Tinções e a observação por microscópio das colónias podem ser feitas com o objectivo de determinar qual o microorganismo causador do número elevado de leucócitos. Bactérias como a Escherichia coli, Klebsiella pneumonia, Proteus mirabilis, Pseudomona aeruginosa, Staphilococcus aureus, etc, podem ser encontradas.

    As bactérias podem aninhar-se em qualquer dos órgãos do sistema reprodutor masculino como os testículos ou próstata.

    Se algum organismo for detectado o especialista indicará um tratamento capaz de erradicar a infecção.

  • Gonadotrofina Coriónica Humana

    Gonadotrofina Coriónica Humana

    A gonadotrofina coriónica humana (hCG), é uma glicoproteína hormonal (proteína combinada com açucares) produzida pelas células trofoblásticas sinciciais nos líquidos maternos e formada por duas subunidades: a alfa e a beta. A parte alfa é comum à outras hormonas geradas na hipófise mas a subunidade beta é específica da hormona da gravidez , a hCG, e é esta parte que permite que uma gravidez seja detectada através de análises de sangue ou de urina.

    Gonadotrofina Coriónica Humana

    Depois da implantação embrionária esta hormona é segregada pelo sinciciotrofoblasto, isto é, pela parte exterior do embrião.

    Quando é um teste de gravidez fiável?

    Num ciclo de fertilização in vitro, nunca antes de 13 dias desde o dia de realização da punção. Algumas clínicas deixam passar mais dois ou três dias para que a concentração hormonal seja o suficiente para gerar um resultado sem que seja necessário repetir o teste. Não obstante, se houver dúvidas o teste de gravidez deve ser repetido cerca de 48 horas depois.

    A hCG é considerada positiva quando tem um valor superior a 5 mUI/ml, contudo, este é um valor muito baixo. Geralmente, depois de 13 dias desde a punção o valor da hCG é de cerca de 50mUI/ml. Assim, se o valor é positivo mas baixo, o teste de gravidez deve ser repetido 48 horas depois para comprovar o seu resultado.

    Nos casos de gravidez natural não existem hipóteses de o resultado ser um falso positivo, mas no caso de um tratamento de reprodução assistida isto pode acontecer se a hCG foi administrada durante o tratamento de indução da ovulação pois esta hormona permanece no sangue durante alguns dias. Nestes casos, se uma mulher fizer um teste de gravidez antes do dia indicado pelo ginecologista pode obter um resultado positivo devido a estimulação da ovulação e não devido a implantação embrionária.

    Como varia a hormona hCG durante a gestação??

    A hormona pode ser detectada durante toda a gestação, mas os seus valores variam com o avanço da gravidez. Durante o primeiro trimestre duplica todos os dias até haver um pico de concentração na 14º semana de gestação que pode superar o valor de 200.000 mUI/ml.

    No caso de uma gestação múltipla, os valores da hormona são mais elevados. Por esta razão a mulher pode sentir mais os sintomas da gravidez como é o caso do mal-estar, das náuseas e do cansaço durante o primeiro trimestre de gestação.

    O que fazer depois de um teste de gravidez positivo?

    Se após os 13 dias da punção o nível da hormona hCG for superior a 50mUI/ml, uma primeira ecografia transvaginal deve ser programada com o fim de confirmar o número de sacos embrionários e sua localização. Se este número for menor de 50 uma série de análises devem ser realizadas para controlar o seu desenvolvimento e evolução da gravidez.

    Sintomas de gravidez sem estar gravida?

    Durante os tratamentos de reprodução assistida, progesterona costuma ser prescrita depois da punção ou da inseminação e, em alguns casos, hCG é, igualmente, prescrita com o objectivo de preparar o endométrio e favorecer a implantação. Isto pode fazer com que sintomas associados a uma gravidez como as náuseas ou inchaço abdominal manifestem-se.

    Depois de um tratamento de reprodução assistida a mulher pode notar algum desconforto abdominal, pode sentir-se cansada e um pouco inchada. Devido ao seu estado emocional, algumas mulheres podem confundir sintomas normais do ciclo menstrual com uma gravidez.

  • Classificação dos Embriões Segundo a sua Qualidade

    Classificação dos Embriões Segundo a sua Qualidade

    O embriólogo da clínica FIV-Valencia, Luis Gijón, classifica os embriões segundo a sua qualidade.

    Os casais que optam pela reprodução assistida têm, normalmente, muitas perguntas que apesar de simples podem ter respostas complexas.

    Após a fertilização in vitro, quando sabemos que existem embriões em laboratório que esperam pela sua transferência, surgem as questões: Como são esses embriões? Que qualidade têm?

    Este breve texto procura dar resposta a essas perguntas.

    Em primeiro lugar, é necessário conhecer as fases da evolução do embrião.

    Qualidade dos embriões

    Em cada uma das fases de desenvolvimento podemos fixar-nos em algumas características que revelam o potencial de implantação do embrião, isto é, a sua qualidade.

    Desenvolvimento embrionário

    Um zigoto é o embrião recém-fertilizado. Pode ser observado entre 16 e 22 horas depois da inseminação e devemos ser capazes de distinguir os seus dois corpos polares (CP) e os seus pronúcleos feminino e masculino (PN). A presença dos PN confirma a fertilização e qualquer desvio no seu número – 1, 3 ou mais – indica que a fertilização é anómala ou que o embrião não é viável.

    Após as duas primeiras divisões, o embrião gera 4 células chamadas de células do blastómero. O seu aspecto, bem como o seu número, é decisivo para a sua classificação. A observação do blastómero é feita entre as 44 e as 47 horas pós-inseminação e as 4 células observadas devem ter aproximadamente o mesmo tamanho, não devem ter mais do que um núcleo e não devem estar exageradamente fragmentadas.

    Tendo em conta estes parâmetros e o exame da membrana externa, podemos classificar os embriões em 4 categorias – de A a D – desde o embrião com melhor qualidade até aquele com menos potencial.

    O mesmo processo e padrão de classificação são aplicados aos embriões no terceiro dia. Neste caso, se a compactação de células começar cedo já pode ser observada.

    Uma mórula é um embrião no quarto dia (entre 94 e 98 horas) após a inseminação. Este embrião fornece poucas informações porque, tendo havido uma compactação das suas células, características distintas não podem ser observadas. Ainda assim, é possível ver se a compactação foi totalmente feita ou se alguma célula foi deixada de fora.

    Entre as 112 e as 120 horas pós-inseminação o embrião deve estar na última fase, a fase blastocista. Neste momento o embrião já activou os seus próprios genes. Apesar de nem todos os embriões “in vitro” alcançarem esta fase, os que a alcançam têm um maior potencial de implantação.

    Estes embriões são classificados segundo o seu grau de expansão (de 1 a 6), segundo o estado da sua massa celular interna (A, B, C, D) e segundo a sua camada celular externa (A, B, C, D). Assim, um blastocisto óptimo, no quinto dia, deve responder a fórmula “3AA”.

    Apesar de toda esta classificação ser muito visual e subjectiva, actualmente existem vários estudos cujo objectivo é analisar os padrões de actividade metabólica dos embriões, detectando, assim, os mais capacitados e os mais adequados para a transferência.

  • Sintomas após uma Transferência Embrionária

    Sintomas após uma Transferência Embrionária

    A transferência embrionária é um procedimento simples e indolor que consiste no depósito do embrião ou dos embriões (no máximo 3) no útero da futura mãe. Antes da transferência a mulher deve ter a bexiga cheia para que a observação eco-guiada da cânula de transferência seja mais fácil.

    Sintomas pós-transferência embrionária

    O processo de fertilização in vitro ou de ICSI requer que a mulher se submeta a um tratamento hormonal que pode dar origem a sintomas de gravidez que manifestam-se mesmo se a mulher não estiver gravida.

    • Fluxo vaginal abundante: costuma acontecer nos dias que procedem a transferência embrionária devido as alterações hormonais. Este fluxo pode incluir manchas de sangue mais ou menos escuras.
    • Mudanças nos seios: nos dias após a transferência é normal que a mulher note que os seus seios estão um pouco mais duros, inchados e sensíveis que o normal.

    Transferência de embriões

    • Fatiga: deve-se ao aumento da hormona progesterona que numa gravidez natural tem a função de manter o revestimento do útero. Quando uma paciente faz um tratamento de FIV ou de ICSI tem de tomar suplementos de progesterona.
    • Náuseas: manifestam-se devido ao aumento de hormonas no corpo da mulher. É o clássico sintoma de uma gravidez apesar de que nem todas as mulheres gravidas o experienciam.
    • Urinação frequente devido a hormona hCG.
    • Ausência de menstruação. Após uma transferência embrionária uma paciente deve esperar 14 dias até que a sua menstruação chegue.

    Apesar dos sintomas seguintes serem menos comuns podem manifestar-se: insónia, perda de apetite, inchaço do ventre, contracções musculares, etc. No caso de estes sintomas impedirem que a mulher realize as suas tarefas habituais um médico deve ser consultado.
    Sintomas depois de uma trasnferência embrionária

    Quando consultar um médio depois de uma transferência embrionária

    Depois de uma transferência de embriões há que ir ao centro de reprodução sempre que:

    • Apareça um sangramento abundante parecido a menstruação antes do 14º dia.
    • A mulher sinta dores agudas e persistentes no abdómen.
    • Exista uma deteorização do estado de saúde normal da mulher.
  • Sintomas da implantação embrionária

    Sintomas da implantação embrionária

    A implantação embrionária é o processo através do qual o embrião fixa-se no endométrio de forma a continuar o seu desenvolvimento. O aumento das hormonas após a implantação gera sintomas de gravidez.

    Divisões embrionárias até a implantação

    Sangramento vaginal

    O sangramento devido à implantação costuma acontecer alguns dias após essa mesma implantação. Durante este sangramento o sangue apresenta uma textura mais fluída que durante a menstruação. A sua cor pode variar entre o rosado e o acastanhado. A duração deste sangramento mudade mulher para mulher.

    Outros sintomas da implantação que podem ser notados se se manifestarem depois da menstruação são:

      • Cólicas, de um ou dois dias de duração, muito similares as dores que se sentem durante a menstruação
      • Ligeiro inchaço do seios, sobretudo das auréolas.
      • Perturbações digestivas.
      • Vontade frequente de urinar.
      • Sonolência, sobretudo depois das refeições.
      • Náuseas e vómitos, especialmente pela manhã, a partir da segunda semana de gestação.
      • Aversão a certas comidas e odores.
      • Primeiros desejos alimentícios.

    Fixação embrionária no útero

    A observação excessiva de qualquer sintoma de gravidez conjugado com o desejo exacerbado de ser mãe pode fazer com que uma mulher acredite que está gravida apesar de não o estar.

    De qualquer modo, o melhor a fazer é realizar um teste de gravidez depois de passados, pelo menos, 12 dias da ovulação.

  • Número de óvulos obtidos

    Número de óvulos obtidos

    O tratamento de estimulação ovárica tem a duração de aproximadamente oito dias e um tratamento completo de fertilização in vitro tem uma duração de cerca de duas semanas. Em certas ocasiões o ginecologista pode prescrever um ciclo prévio de anticonceptivos para que o início da fase de estimulação possa ser controlado.

    O número de óvulos obtidos varia em função das características de cada mulher, da sua resposta ao tratamento e das patologias que possa apresentar.

    Ovulação e número de óvulos obtidos

    Assim, é possível obter pelo menos um ovócito de mulheres que são consideradas más receptoras do tratamento, e até mais de 20 ovócitos em mulheres jovens e sem problemas de esterilidade. Contudo, o mais habitual é obter entre 6 e 9 ovócitos por ciclo.

    Quando uma punção folicular é feita, é possível ter uma ideia do número de ovócitos que podem ser extraídos pois cada folículo corresponde a cerca de 200ml de estradiol. Assim, se o nível de estradiol for de, por exemplo, 3000ml podemos concluir que o ginecologista será capaz de puncionar perto de 15 folículos durante a punção ovárica.

    Em relação ao número de embriões, o ideal é obter pelo menos 4 embriões de boa qualidade que proporcionem a realização de uma transferência embrionária e, no caso de não haver gravidez, permitam que uma outra transferência de um ou dois dos embriões congelados seja feita. Mesmo que se transfira apenas um único embrião a probabilidade de gravidez existe, logo, não é necessário alarmar-se no caso do número de óvulos ou embriões obtidos ser baixo.

    Cada folículo tem um ovócito mas é possível que alguns folículos obtidos através da punção não tenham qualquer ovócito no seu interior ou que alguns ovócitos obtidos não estejam maduros e não estejam, portanto, aptos para serem fertilizados.

    Hormonas

    Porque é que alguns folículos não têm óvulos?

    Num ciclo menstrual natural é produzido um pico da hormona luteinizante (LH) que desencadeia a ovulação. Contudo, esse mesmo pico de LH também interrompe o desenvolvimento dos folículos menos maduros. Por isso, o número de ovócitos recolhidos numa punção ovárica pode ser inferior ao número de folículos observados nas ecografias nos dias anteriores.

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