Categoria: Fertilização in Vitro

  • Selecção do Dador

    Selecção do Dador

    A selecção dos dadores segue critérios muito estritos: de entre cada 15 jovens que se submetem aos exames, apenas um pode ser dador.

    Os critérios de selecção do dador de sémen estão regulados por lei e são os seguintes:

      • Idade: entre 18 e 45 anos.
      • Sem antecedentes familiares ou pessoais de doenças crónicas ou graves que possam afectar a sua descendência e sem antecedentes de anomalias congénitas na sua família. O dador não pode ser adoptado, uma vez que os seus antecedentes familiares têm de ser conhecidos.
      • Anonimato e altruísmo: os dadores recebem uma quantia simbólica de dinheiro pelas moléstias causadas pelo processo.
      • Ausência de doenças hereditárias.
      • Ausência de patologias infecciosas.
      • Saúde física e psicológica.

    Jovem dador de esperma

    • Ausência de práticas de risco.
    • Serologia negativa em HIV, hepatite B e C, sífilis, etc.
    • Cultivo de sémen para descartar doenças como a clamídia ou a gonorreia.
    • Espermograma para analisar o sémen antes e depois do congelamento.
    • Hemograma para descartar doenças hepáticas.
    • Serologia feita aos 6 meses devido ao período de tempo que o vírus do VIH leva a manifestar-se.
    • Exames opcionais
  • Decapeptyl

    Decapeptyl

    O Decapeptyl é um análogo da GnRH (hormona libertadora de gonadotrofinas).

    Este fármaco é utilizado durante a estimulação da ovulação no âmbito de um ciclo de fertilização in vitro ou de ICSI.

    O seu formato é Decapeptyl 3,75 mg/2 ml pó e veículo para suspensão injectável.

      • Princípio activo: Acetato de triptorrelina. É um análogo da GnRH.
      • Composição: Triptorelina 0.1 miligramas. O veículo contido na ampola para preparação da suspensão contém manitol e água para injectáveis.
      • Apresentação: O Decapeptyl consiste num pó liofilizado esbranquiçado para suspensão em meio próprio e injecção imediata. Este medicamento existe em embalagens contendo 1 frasco com o pó liofilizado, 1 ampola com 2 ml de veículo de suspensão, 1 seringa e 2 agulhas.

    Decapeptyl

    • Preço aproximado: 36,08 euros.
    • Indicações esterilidade feminina: tratamentos de estimulação da ovulação no âmbito de uma fertilização in vitro ou ICSI.
    • Contra-indicações: hipersensibilidade ao princípio activo e componentes. A sua prescrição está contra-indicada em mulheres gravidas.
    • Efeitos secundários: afrontamentos, fraqueza, sudação excessiva, dor nas costas, sensação de formigueiro nas pernas e náuseas. Efeitos sobre a capacidade para conduzir veículos e utilizar maquinaria pesada não foram detectados.
    • Interacções com outros medicamentos: não foram observadas interacções com os medicamentos de uso mais frequente pela população.
    • Conservação: manter o fármaco a temperatura ambiente, preferivelmente a uma temperatura inferior a 25ºC. Manter fora do alcance das crianças.
    • Instruções de uso: transferir o líquido da ampola para o frasco onde está o pó. Agitar até dissolver completamente e administrar imediatamente.
    • Venda só com receita médica.

    A informação publicada não deve substituir, em nenhum caso, as indicações dos médicos.

    Fonte: Inframed

  • O Processo da Fertilização In Vitro

    O Processo da Fertilização In Vitro

    A fertilização in vitro (FIV) é uma técnica de reprodução assistida.

    De seguida descreveremos o processo de FIV convencional:

    1º Estimulação ovárica  controlada. São administradas hormonas especificas com o objectivo de controlar o momento exacto do ciclo ovárico e produzir mais óvulos para que vários possam ser extraídos e fertilizados. Desta forma as possibilidades de êxito da técnica são maiores.

    2º Punção folicular. Quando o ginecologista observa que os folículos estão maduros extrai os ovócitos através da punção.

    3º Recolha e preparação do esperma. A amostra de esperma é examinada e a sua qualidade é analisada. Os espermatozóides de melhor qualidade são escolhidos para a fertilização.

    4º Inseminação dos ovócitos. Em uma placa de laboratório os óvulos maduros e os espermatozóides capacitados são postos em contacto. Espera-se que um dos espermatozóides consiga fertilizar o óvulo.

    5º Cultura de embriões. O óvulo fertilizado transforma-se num embrião. O estado dos embriões e seu desenvolvimento é acompanhado e a qualidade embrionária é determinada. Os melhores embriões são transferidos.

    6º Transferência de embriões. O melhor embrião é seleccionado e transferido para o útero da mulher com o objectivo que uma gestação de êxito seja conseguida. Esta transferência é feita com a ajuda de um cateter e dura apenas uns minutos.

    Por outro lado, é feito o congelamento dos restantes embriões de boa qualidade. A evolução dos embriões de pouca qualidade é controlada mas estes acabam, em geral, por não sobreviver.

    Inseminação in vitro dos ovócitos

    7º Congelamento dos embriões. Este congelamento é feito com o objectivo de conservar os embriões em perfeitas condições para que possam ser utilizados no futuro, se necessário.

    8º Depois da transferência, e antes de realizar o teste de gravidez duas semanas depois da fertilização, é importante que a paciente beba líquidos e não mantenha relações sexuais.

  • Aceitar uma FIV negativa

    Aceitar uma FIV negativa

    É complicado saber lidar com o resultado negativo de um teste de gravidez, especialmente no caso de mulheres que querem ser mães e estão em tratamento de fertilidade.

    Antes de iniciar o tratamento de fertilização in vitro, os pacientes devem estar certos que são capazes de suportar o stress gerado pelo tratamento bem como qualquer dos seus resultados.

    Após a transferência de embriões é necessário esperar pelo menos 15 dias até que um teste de gravidez possa ser feito. Se o teste é feito antes do tempo pode ter um resultado falso. Alias, os especialistas aconselham a não fazer um teste de gravidez em casa mas sim esperar pelos resultados das análises de sangue feitas na própria clínica.

    Mulher triste

    Se o resultado da hormona HCG (hormona mediante a qual uma gravidez é comprovada) é negativo, a mulher não está gravida. As probabilidades desse resultado serem um erro são praticamente nulas, logo, há que aceitar que o tratamento não surtiu resultados positivos. A mulher tem de aceitar que não está gravida.

    Mulher com esperança

    Porque é que o teste de gravidez é negativo?

    As pacientes não devem torturar-se com perguntas que não têm resposta como: que fiz?, que não fiz?, como pode correr mal? que faltou? Essas perguntas não ajudam e só geram tristeza.

    Se necessário, chorar faz bem pois ajuda a não reprimir as emoções. Ademais, partilhar os sentimentos pode ajudar a assimilar melhor o resultado negativo. No caso de a mulher ter informado os seus familiares e amigos de que está a fazer um tratamento de reprodução assistida, é recomendável relembrar essas pessoas de que a mulher os informará sobre os resultados do tratamento quando estiver pronta para o fazer. Desta forma evitam-se perguntas incómodas e situações constrangedoras.

    O fracasso de um tratamento não significa que a mulher ou casal nunca conseguirá ter um filho. É possível fazer um novo ciclo de FIV ou de outra técnica de reprodução assistida quando a mulher se sentir preparada.

    Ajuda psicológica

    A grande maioria dos centros de reprodução contam com um departamento de especialiastas em psicológia da reprodução assistida dispostos a ajudar os pacientes, nao só a aceitar os seus problemas de fertilidade, mas também a lidar com todo o preocesso de concepcção.

    Quando o teste de gravidez é negativo, sao muitos os sentimentos que afloran e a frustraçao pode aumentar. Neste aspecto, contar com o apoio psicológico de especialistas que entedem aquilo pelo que o paciente está a passar e que oferecem ajuda personalizada, é muito importante e pode reduzir os sentimentos de angústia.

    Para além disto, esta ajuda é importante no momento de enfrentar um novo tratamento. Submeter-se a um novo tratamento reproductivo depois do falhanço do anterior é muito complicado. O apoio psicológico é essencial, já que, a atitude é importante para o êxito do tratamento.

  • Implantação Embrionária

    Implantação Embrionária

    Conhecer a razão pela qual alguns embriões implantam e outros não é um dos desafios que a medicina reprodutiva ainda tem de ultrapassar. O conhecimento aprofundado dos aspectos fisiológicos deste processo é importante para desenhar estratégias que permitam aumentar as possibilidades de gravidez.

    Apenas um terço dos ciclos considerados férteis culminam numa gravidez. A causa desta baixa taxa de êxito são diversos factores como a existência de um ambiente uterino inapropriado, a má qualidade embrionária, a baixa receptividade do endométrio, etc.

    Diálogo entre embrião e endométrio

    A taxa de gestação clínica por ciclo menstrual em casais considerados férteis e que mantêm relações sexuais regularmente e sem anticonceptivos é de 25-30%. Esta taxa é relativamente baixa em comparação com outras espécies animais apesar de ser acumulativa, isto é, aumenta de mês a mês podendo alcançar 80% depois de 10 meses. Contudo, esta taxa diminui com a idade da mulher.

    Durante anos o tratamento da implantação estava limitado a utilização de protocolos de suporte da fase lútea através da administração de progesterona e HCG (gonadotrofina). Actualmente, diversos estudos clínicos permitiram conhecer o papel que desempenham na implantação as diferentes populações de células do útero bem como algumas moléculas.

    Existem evidencias de que as moléculas citoquinas e os factores de crescimento desempenham um papel importante como mediadores locais das acções das hormonas sobre o endométrio com o objectivo de prepará-lo para a implantação. Acredita-se que sinais emitidos pelo embrião pré-implantado podem induzir a produção de citoquinas pelo endométrio que, por sua vez e mediante a sua união com receptores específicos de membrana, podem activar a expressão de moléculas de adesão, encarregues de medir a adesão do blastocisto ao endométrio.

    Biologicamente, trata-se de um processo complexo onde um embrião em estado de blastocisto fixa-se ao endométrio receptivo da mãe. Deve existir uma total sincronia entre o embrião e o endométrio.

    A implantação acontece no útero durante um período de tempo concreto. Esse período de tempo é denominado de janela de implantação e vai desde o 20º dia do ciclo até ao 24º (cerca de 6 ou 7 dias depois da fertilização).

    A janela de implantação é o momento quando o endométrio receptivo permite a fixação do blastocisto. Esta mudança de endométrio não receptivo para receptivo apenas ocorre se o ambiente hormonal for o correcto e se o blastocisto tiver as moléculas adequadas.

    A implantação é composta por três fases: posicionamento, adesão ou fixação e invasão.

    – Fase de posicionamento. O blastocisto procura por um lugar de implantação, isto é, um lugar onde fixar-se.

    – Fase de adesão. O blastocisto fixa-se no endométrio. Isto acontece 6 ou 7 dias depois da fertilização, tendo o blastocisto um diâmetro de 300-400 µm. Em todo este processo as citoquinas têm muito que fazer.

    – Fase de invasão. O blastocisto invade o endométrio, rompe a membrana basal e penetra nos vasos sanguíneos maternos.

    Apesar do processo de implantação parecer, a primeira vista, simples, tem uma complexidade que ainda não é totalmente conhecida. Dentro da fertilização in vitro a implantação é um dos momentos mais delicados e decisivos para o êxito de uma gravidez e que, por não poder ser controlado externamente, depende das circunstâncias que rodeiam a paciente como a qualidade embrionária, a receptividade endometrial, o momento da transferência e a existência de uma total sincronia entre todos esses factores.

  • Inseminañçao Artificial Caseira

    Inseminañçao Artificial Caseira

    Uma inseminaçao artificial (IA) caseira é uma auto-inseminação realizada a nível vaginal. O esperma é libertado no fundo da vagina como numa relação sexual normal. Pode ser feita em casa, seguindo simples instruções e usando os instrumentos adequados. A IA caseira é muito comum em mulheres que decidem ser mães solteiras, em casais lésbicos e em homens que têm problemas de ejaculação na vagina devido a uma disfunção eréctil ou ejaculação retrógrada.

    Aqui explicaremos o processo paso a paso:

    IA em casa

    Como fazer uma inseminação artificial caseira?

    A técnica é bastante simples e económica e o material necessário é vendido em farmácias.

    • Seringa estéril de 2 a 5 ml,sem agulha. As seringas que incluem uma cánula são melhores porque aumentam o seu comprimento.
    • Luvas de vinil.
    • Recipiente para a amostra.
    • Soro fisiológico que facilita a sucção do sémen.

    Uma vez tenhamos o necessário, podemos começar com o protocolo de actuação:

    • Após calçar as luvas, o sémen do parceiro ou dador deve ser depositado no recipiente para esse fim.
    • Para facilitar a sucção do sémen, é possível adicionar um pouco de soro ao sémen para que este fique um pouco mais fluído. O soro deve estar a mesma temperatura que o corpo humano (36-37ºC).
    • Sucção do sémen com a seringa.
    • A receptora deve deitar-se na mesma posição que no genecologista, com as pernas abertas.
    • A seringa deve ser introduzida, com cuidado, na vagina e o seu conteúdo deve ser esvaziado. Este paso deve ser realizado lentamente para não haver arranhões e será mais fácil de realizar com ajuda.
    • Depois, é aconselhável succionar com a seringa um pouco de soro e voltar a repetir o paso anterior. Deste modo os espermatozóides que ficaram na seringa serão, também, introduzidos na vagina.
    • Posteriormente, a mulher deve permanecer deitada na mesma posição durante cerca de meia hora e depois pode continuar com a sua vida normal.

    Para aumentar as probabilidades de êxito desta técnica a auto-inseminação deve ser feita quando o ciclo menstrual da mulher está a meio, isto é, quando a mulher está a ovular.

    Material para inseminação artificial caseira

    Eficâcia da inseminação artificial caseira

    A inseminação artificial caseira está incluida pela Organização Mundial de Saúde nas técnicas de fertilização in vitro, mas como não requer a presença de uma profissional qualificado não é considerada uma intervenção ou técnica médica. Ademais, ao ser realizada na esfera privada, não existem estudos sobre a taxas de êxito desta técnica de reprodução assistida.

    Quando existem problemas de fertilidade severos este procedimento não é recomendável já que os tratamentos de reprodução realizados pelas clínicas sofreram grandes avanços nos últimos anos e, nesses casos, as mulheres são submetidas a uma estimulação ovárica que faz com que a probabilidade de engravidar dessas mulheres aumente. Além disso, nas clínicas, o sémen é capacitado artificialmente para facilitar a sua chegada ao óvulo.

    A sua eficacia é similar à de manter realações sexuais sem proteção ou até menor devido ao transporte e manipulação do sémen desde que é ejaculado. Se o transporte e manipulação do sémen não são feitos de forma correcta a sua qualidade pode deteriorar-se. O esperma não é considerado viável quando está fora do homem por mais de três horas.

  • Instruções de Uso de Ovitrelle Seringa Pré-Carregada 250mg/0,5ml

    Instruções de Uso de Ovitrelle Seringa Pré-Carregada 250mg/0,5ml

    O OVITRELLE contem hCG recombinante (gonadotrofina).

    Este fármaco está prescrito em casos de tratamentos de reprodução assistida.

    Instruções de utilização do Ovitrelle seringa pré-carregada 250 microgramas/ 0,5 ml :

    • Deve ser administrado por via subcutânea
    • Ovitrelle é de uso único e imediato após a primeira abertura do involucro.
    • A eliminação dos produtos não utilizados deve ser feita de acordo com a lei local em vigor.

    Indução da ovulação

    A solução contida na seringa no deve ser administrada se não está limpa ou se tiver partículas.

    A informação publicada aqui não deve, em caso algum, substituir as indicações do médico.

    Fonte: European Medicines Agency

  • Posologia do Ovitrelle

    Posologia do Ovitrelle

    O Ovitrelle é um medicamento utilizado na inseminação artificial, na fertilização in vitro convencional e na ICSI com a finalidade de obter uma gravidez.

    A dose recomendada de Ovitrelle é, em função do objectivo da sua aplicação, a seguinte:

    • Em mulheres submetidas a uma estimulação controlada da ovulação no âmbito de um tratamento de reprodução assistida, tal como a fertilização in vitro:

    Deve-se administrar uma seringa pré-carregada de Ovitrelle (250mg) 24 a 48 horas depois da última administração de homanas de estimulação folicular (FSH ou hMG), isto é, depois da obtenção de uma estimulação óptima do desenvolvimento folicular.

    • Em mulheres com anovulação:

    Deve-se administrar uma seringa pré-carregada de Ovitrelle (250mg) 24 a 48 horas depois da obtenção de uma estimulação óptima do desenvolvimento folicular.

    Aplicação de ovitrelle

    Este fármaco só pode ser vendido mediante a apresentação de uma receita médica.

    A informação publicada aqui não deve, em nenhum caso, substituir as indicações do médico.

    Fonte: European Medicines Agency

  • Instruções de uso do Ovitrelle em Pó e Dissolvente 250mg

    Instruções de uso do Ovitrelle em Pó e Dissolvente 250mg

    O ovitrelle  contem hCG recombinante (hormona gonadotrofina).

    Este fármaco é prescrito no âmbito de tratamentos de reprodução assistida com a finalidade de estimular a ovulação e o amadurecimento dos folículos depois de uma estimulação controlada do crescimento folicular.

    Instrução de utilização do Ovitrelle em pó e dissolvente para solução injectável de 250mg:

    • Misturar o pó com o dissolvente antes da sua utilização.
    • Administrar por via subcutânea imediatamente depois da mistura.
    • Descartar as agulhas utilizadas imediatamente depois da injecção. A eliminação dos produtos e frascos utilizados deve ser feita de acordo com a lei local em vigor.

    Falso negativo depois de um tratamento com Ovitrelle

    Cada frasco de Ovitrelle é de uso único e imediato após a sua abertura e mistura dos seus componentes.

    A solução obtida não deve ser utilizada no caso de conter partículas ou não estar limpa.

    A informação publicada aqui não deve, em nenhum caso, substituir as indicações do médico.

    Fonte: European Medicines Agency

  • Efeitos Secundários do Ovitrelle

    Efeitos Secundários do Ovitrelle

    O Ovitrelle é um medicamento utilizado na inseminação artificial, na fertilização in vitro e na ICSI durante o processo de estimulação da ovulação.

    Os efeitos secundários detectados são os seguintes:

    – Transtornos frequentes (entre 1% e 10% das pacientes):

    • Dor abdominal e sintomas gastrointestinais, tais como náuseas e vómitos.
    • Síndrome da hiperestimulação ovárica ou ovariana leve ou moderada. Isto acontece em cerca de 4% das pacientes.
    • Reacções locais ou dores no local da injecção.
    • Cefaleia.
    • Cansaço.

    – Transtornos pouco frequentes (entre 0,1% e 1% das pacientes):

    • Síndrome da hiperestimulação ovárica grave. Isto acontece em menos de 0,5% das pacientes.
    • Dor nos seios.
    • Transtornos psiquiátricos: Depressão, irritabilidade e/ou inquietude.
    • Transtornos gastrointestinais: Diarreia

    Efeitos do ovitrelle

    – Transtornos muito raros (en menos de 0,01% das pacientes):

    • Reacções alérgicas
    • Reacções cutâneas leves e reversíveis que se manifestam na forma de erupções.

    Estudos sobre a capacidade de conduzir e utilizar maquina sob o efeito deste fármaco não foram realizados.

    Fonte: European Medicines Agency

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