Etiqueta: IA

  • Número de Tentativas na Reprodução Assistida

    Número de Tentativas na Reprodução Assistida

    A taxa de abandono dos tratamentos de reprodução assistida por parte de casais que desejam ter filhos é muito elevada, pois, depois de uma ou várias tentativas falhadas os casais dão-se como vencidos. Os motivos desta desistência não são só os altos custos dos tratamentos, mas também o alto desgaste emocional e a pressão que alguns casais não são capazes de suportar. Por este motivo é importante planear antes do início do tratamento quantas tentativas o casal pretende realizar.

    A verdade é que praticamente 50% dos casais que recorrem à centros de fertilidade desistem depois de uma primeira tentativa. Em alguns casos o motivo da desistência é puramente económico mas, na maior parte das vezes, outras circunstâncias como o stress e a ansiedade fazem com que o casal desista do tratamento.

    Abandono dos tratamentos de reprodução

    Definição

    Entendemos como tentativas de reprodução assistida as vezes que um casal se submete a qualquer uma das técnicas que têm como finalidade ajudar a mulher a engravidar. As técnicas podem variar das mais simples como a inseminação artificial até as mais sofisticadas como a ICSI.

    A inseminação artificial consiste, basicamente, em depositar no útero da mulher uma pequena quantidade de sémen que foi previamente capacitado. Este procedimento selecciona os espermatozóides de melhor mobilidade. A inseminação artificial pode ser feita com sémen do parceiro (IAC) ou com sémen de um dador (IAD) no caso de casais homossexuais, mulheres solteiras ou quando o sémen do homem do casal não reúne as condições necessárias.

    A fertilização in vitro é feita, como o seu nome indica, em laboratório. Trata-se da estimulação da ovulação da mulher mediante a utilização de fármacos para que seja possível conseguir um número razoável de ovócitos maduros que são extraídos dos ovários através de uma punção folicular e que, posteriormente, são deixados em cultivo juntamente com os espermatozóides seleccionados.

    A microinjecção intracitoplásmica de espermatozóides é mais sofisticada que a fertilização in vitro pois, em vez de esperar que a fertilização ocorra, um espermatozóide é directamente inserido no interior de cada ovócito maduro. A ICSI pode ser feita com sémen do parceiro ou com sémen de um dador, bem como com ovócitos da paciente ou ovócitos doados.

    Esperança em casos de infertilidade

    A esperança nos casos de infertilidade

    Muitos dos casais que se submetem a um tratamento de reprodução assistida abandonam esse tratamento depois de uma tentativa falhada.

    Está provado de que cerca de 30% dos casais sofrem de stress e ansiedade mas é preciso ter em conta que as probabilidades de êxito dos tratamentos de reprodução é acumulativa e aumenta com a segunda e terceira tentativa.

    Para além do stress há que ter em conta o factor económico. O custo de uma inseminação artificial costuma oscilar entre os €800 e os 1.200€, enquanto que uma técnica in vitro tem um custo de, pelo menos, 4.000€. Se forem utilizadas gametas doadas, o custo do tratamento aumenta consideravelmente.

  • Vantagens da HCG

    Vantagens da HCG

    A gonadotrofina coriónica humana é um medicamento prescrito durante os tratamentos de reprodução assista e que tem o objectivo de conseguir com que a mulher em tratamento engravide.

    As vantagens da administração da HCG durante o processo de estimulação da ovulação em ciclos de inseminação artificial ou de FIV são as seguintes:

    • Permite conhecer com exactidão o momento em que ocorre a ovulação. A ovulação dá-se 37 horas depois da administração da hormona.
    • Serve de suporte para a fase lútea. Na fase lútea substâncias nutritivas acumulam-se.

    Esta hormona tem como objectivo manter o funcionamento do corpo lúteo como uma entidade endócrina de secreção de progesterona durante o primeiro trimestre da gravidez.

    Vantagens da HCG

    A HCG é a base histórica e actual do diagnóstico de gravidezes. Para além disto, é utilizada para controlar a ovulação da mulher quando esta está a fazer um tratamento de inseminação artificial.

  • Efeitos da HCG

    Efeitos da HCG

    A gonadotrofina coriónica humana é um fármaco prescrito no âmbito de tratamentos de reprodução assistida com a finalidade de conseguir que a mulher engravide.

    A administração de HCG tem os seguintes efeitos:

    • Intervém no processo de amadurecimento final dos folículos.
    • Provoca a ovulação 37 horas depois da sua administração.

    A ovulação é o despreendimento do ovócito do interior do folículo.

    Efeitos da HCG
    A HCG é semelhante, em estrutura e actividade biológica, à hormona luteína (LH). Por esta razão, ao ser administrada a HCG tem os mesmos efeitos que a LH.

    A HCG dá, então, início a uma série de reacções que conduzem a degradação da parede folicular, a expulsão do ovócito e a formação do corpo lúteo.

  • Repouso depois da Inseminação Artificial

    Repouso depois da Inseminação Artificial

    As mulheres, ao submeterem-se a um tratamento de inseminação artificial (IA), questionam-se se devem repousar depois da deposição dos espermatozóides para, desta forma, facilitar a fertilização e a implantação do embrião.

    Repouso depois da inseminação

    Sempre que não exista nenhum problema adicional ou o ginecologista não o especifique directamente, a mulher não precisa repousar depois da inseminação artificial. Nenhum estudo há demonstrado que o repouso depois da inseminação faz aumentar as possibilidades da mulher engravidar.

    Normalmente, após a inserção da cânula no útero da mulher e do depósito dos espermatozóides , a paciente espera cerca de meia hora na clínica de reprodução assistida por comodidade e para que possa descansar um pouco. Passado esse período de tempo, pode sair da clínica sem qualquer problema.

    Uma vez em casa, a mulher deve continuar com a sua vida normal. Pode trabalhar e deve manter-se ocupada para não obcecar sobre o resultado da inseminação.

    Inchanço e mal-estar depois da IA
    Por vezes, a mulher pode sentir algum incómodo depois da inseminação artificial devido aos movimentos da cânula no útero. A mulher pode sentir-se cansada ou dolorida, mas estes casos são raros e o repouso não contribui para o aumento da probabilidade de engravidar.

    Evitar a ansiedade

    Não conseguir ter filhos conjugado com o ter de ir a uma clínica de reprodução assistida pode aumentar o stress. O repouso total e o limitar das actividades diárias apenas contribuem para o aumento desse stress e da ansiedade. Por este motivo, a mulher deve fazer planos e manter-se ocupada.

    Evitar o stress e ansiedade
    As mulheres que engravidam de forma natural não fazem qualquer tipo de repouso nem limitam as suas actividades pois, normalmente, só sabem que estão gravidas depois de algumas semanas. O mesmo deveria acontecer nos casos de mulheres que se submetem a tratamentos de reprodução assistida.

  • HMG (Gonadotrofina Menopáusica Humana)

    HMG (Gonadotrofina Menopáusica Humana)

    A gonadotrofina menopaúsica humana é prescrita durante a estimulação controlada da ovulação em tratamentos como a inseminação artificial, a FIV convencional e a ICSI.

    A HMG origina da urina de uma mulher na menopausa e, por isso, é denominada de gonadotrofina menopáusica humana. Em termos gerais contem 75UI de FSH (hormona estimulante dos folículos e 75UI de LH (UI refere-se a unidades internacionais de medição da actividade biológica)
    .
    Ovário estimulado

    Indicações

    A HMG é utilizada para estimular o funcionamento do ovário. Mais especificamente, esta hormona produz um maior recrutamento de folículos e estimula o seu crescimento e desenvolvimento.

    A HMG está indicada em casos de mulheres que vão submeter-se a uma técnica de reprodução assistida. A hormona é administrada através de injeções cutâneas com o objectivo de conseguir uma maior estimulação da ovulação durante o ciclo menstrual. Quando falamos da HMG estamos, na verdade, falando de uma concentração das hormonas FSH e LH em uma proporção de 50% cada uma.

    Vantagens e desvantagens

    A administração de hormonas para conseguir um maior desenvolvimento dos folículos do ovário é uma prática habitual e pode ser utilizada com segurança sempre que o tratamento seja supervisionado por um profissional qualificado.

    Uso da HMG
    A principal vantagem da HMG é que estimula o desenvolvimento de vários folículos.

    Os inconvenientes que devem ser tidos e conta são a possibilidade de produzir:

    • Síndrome de hiperestimulação ovárica(SHO). Na inseminação artificial este risco é mínimo e é rapidamente resolvido através do cancelamento do ciclo de inseminação.
    • Gestações múltiplas. No âmbito da inseminação artificial as gestações múltiplas ocorrem entre 12% e 30% dos casos, sendo mais frequentes em mulheres jovens com mais de 5 folículos ováricos  com mais de 16mm e inseminadas com mais de 30 milhões de espermatozóides. No âmbito da fertilização in vitro, em ciclos onde há a transferência de dois embriões a probabilidade de uma gestação múltipla é de 6%. Em ciclos onde há a transferência de três embriões a probabilidade de uma gravidez de gémeos é de 12% e de trigémeos é de 3%.

    As reacções alérgicas à HMG são muito pouco frequentes, logo a administração da hormona não é considerada de risco.

  • Prevenção do Síndrome da Hiperestimulação Ovárica

    Prevenção do Síndrome da Hiperestimulação Ovárica

    A paciente submetida a um tratamento de fertilidade é monitorizada periódica e exaustivamente pelo seu médico através de análises de sangue e ecografias pélvicas.

    Habitualmente, desde o segundo ou terceiro dia de administração de hormonas são agendadas visitas médicas diárias e, em função da resposta do ovário, a dose de hormonas é ajustada com o objectivo de não produzir uma hiperestimulação ovárica descontrolada.

    Se o nível de estrogénio da mulher em tratamento elevar-se demasiado ou repentinamente durante o tratamento, o risco de desenvolvimento do síndrome da hiperestimulação aumenta. Neste caso, é possível que o médico tenha de baixar, ou até suspender, a dose de medicamentos que a mulher está a tomar.

    Prevenção do SHO

    Medidas de prevenção

    Não existe nenhuma medida de prevenção do síndrome da hiperestimulação ovárica 100% eficaz. As medidas de prevenção utilizadas actualmente são as seguintes:

    • O perfil da paciente. É necessário prestar especial atenção em casos de mulheres com menos de 35 anos e com um historial prévio de SHO ou de síndrome do ovário policístico.
    • Se existir risco de desenvolvimento do SHO a estimulação da ovulação deve ser travada ou a administração de HCG deve ser adiada.
    • Administração de HCG. A dose de HCG pode ser diminuída ou a sua administração pode ser cancelada. No caso da HCG não poder ser utilizada para estimular a ovulação, pode ser substituída pela LH recombinante ou por análogos de GnRh.
    • A punção e aspiração folicular faz diminuir a gravidade do SHO.
    • No suporte da fase lútea a administração de HCG deve ser evitada. Progesterona natural pode ser utilizada em substituição.
    • A prescrição de albumina.

    Se, após tomar todas as precauções possíveis, o risco da mulher padecer de SHO não diminui, o ciclo de inseminação artificial, fertilização in vitro ou ICSI deve ser cancelado.

    Outra opção é fazer a transferência embrionária depois de passado algum tempo e depois do desaparecimento completo do SHO. Neste caso, os embriões têm de ser criopreservados.

  • Síndrome da Hiperestimulação Ovárica (SHO)

    Síndrome da Hiperestimulação Ovárica (SHO)

    O síndrome da hiperestimulação ovárica é uma resposta anormal e elevada do ovário desencadeada depois da administração da hormona gonadotrofina coriónica humana após um ciclo de estimulação da ovulação controlada.

    Um aumento da permeabilidade dos vasos sanguíneos origina uma elevação do tamanho dos ovários e o extravaso dos fluídos para fora da corrente sanguínea. Assim, a função dos sistemas hepático, hematológico, renal e respiratório é comprometida, fazendo com que os casos mais severos de SHO sejam potencialmente mortais.

    A frequência com que este síndrome se produz varia entre 0.6% e 14% em mulheres submetidas a uma estimulação ovárica. A taxa de incidência do SHO severo é de entre 0.2% e 8% e a do SHO moderado é de entre 3.1% e 6%. Este síndrome é mais frequente em ciclos nos quais a mulher engravida.

    Segundo o tempo que demora a manifestar-se, o síndrome pode ser classificado de SHO precoce (3-7 dias depois das administração de hCG) e de SHO tardio (12-17 dias depois da administração de hCG). SHO tardio costuma manifestar-se quando existe uma gestação.

    Causas

    As causas mais comuns deste síndrome são a administração de gonadotrofinas e o aumento de forma natural do nível de LH endógeno.

    Causas do síndrome de hiperestimulação ovariana
    Este é um síndrome de duração muito limitada e que desaparece com a menstruação. Contudo, deve ser controlado e acompanhado pelo médico através de ecografias para garantir que outros problemas mais graves não surgem.

    Factores de risco

    O risco depende de cada caso particular e varia segundo factores como a idade ou massa muscular de cada pessoa.

    Como em qualquer doença ou problema de saúde, é melhor prevenir do que remediar. Assim, aqui deixamos algumas dicas para que, na medida do possível, o síndrome de hiperestimulação ovarina seja prevenido.

  • Esperar os Resultados de uma IA

    Esperar os Resultados de uma IA

    Quando a mulher sente que chegou o momento de ser mãe e tem problemas em consegui-lo, procura uma clínica de reprodução assistida. Nos centros de fertilidade um dos tratamentos mais indicados nos casos de mulheres com menos de 35 anos e sem causas de infertilidade severas é a inseminação artificial (IA).

    Mulher esperando

    A inseminação artificial é um processo no qual o especialista em fertilidade intervém pouco. O sémen capacitado é introduzido no interior do útero da mulher e espera-se quea fertilização do óvulo pelos espermatozóides seja feita de forma natural.

    Tempo de espera dos resultados de uma IA

    O processo de inseminação artificial termina com a inseminação intra-uterina. Utilizando uma cânula flexível o ginecologista introduz os espermatozóides no cérvix uterino.

    Uma vez terminado o processo, a mulher deve descansar por 15 ou 25 minutos antes de abandonar a clínica e pode continuar a realizar as suas actividades diárias normais.

    A espera dos resultados de uma IA inicia-se neste momento e prolonga-se até a realização de um teste de gravidez. Para que o teste de gravidez seja fiável apenas deve ser feito 15 dias depois da inseminação. Durante estas duas semanas deve ocorrer a fertilização do óvulo e a implantação do embrião.

    Casal esperando o resultado de uma IA

    Conselhos para suportar o tempo de espera

    Durante as duas semanas de espera é lógico que a mulher esteja nervosa e ansiosa por conhecer o resultado da inseminação. Apesar de ser complicado a mulher deve tentar relaxar e seguir os seguintes conselhos:

    • Actuar com normalidade e não estar demasiado atenta a tudo o que sinta.
    • Não tentar detectar sintomas de uma gravidez.
    • Continuar com a sua vida normal como se não estivesse em tratamento sempre que o médico não indique o contrário.
    • Realizar actividades ou exercícios físicos moderados. Não é recomendável fazer grandes esforços físicos mas o exercício liberta endorfinas que fazem com que a mulher se sinta melhor.
    • Planear actividades para as semanas seguintes à inseminação. Desta forma a mulher terá planos seja qual for o resultado da inseminação. Se o resultado for positivo pode celebra-lo e se for negativo estará ocupada com outras actividades. A vida continua e a mulher ou casal não deve desesperar.
    • Partilhar momentos com o parceiro, família ou amigos. Estar com outras pessoas pode tornar o tempo de espera mais suportável.

    Realizar actividades durante o tempo de espera

    Depois de 15 dias a mulher poderá saber se está gravida. Assim, durante este período a mulher deve expressar os seus sentimentos para superar o stress.

  • Estimulação da Ovulação no âmbito da Inseminação Artificial

    Estimulação da Ovulação no âmbito da Inseminação Artificial

    O primeiro passo de uma inseminação artificial é a estimulação controlada do ovário, realizada para que seja possível monitorizar a evolução de todo o processo.

    A estimulação da ovulação é feita através da prescrição de medicamentos que contêm citrato de clomifeno ou gonadotrofinas e que devem ser tomados desde o 2º ou 3º dia do ciclo (considera-se o 1º dia do ciclo o dia em que começa a menstruação).

    Este processo tem uma duração de, aproximadamente, entre 8 e 14 dias.

    As hormonas podem ser injectadas por via subcutânea ou intramuscular, dependendo das indicações médicas. O médico decidirá qual a melhor forma de injecção em função de diversos factores como a idade da paciente, a morfologia dos seus ovários e a sua resposta à estimulação.

    Os especialistas costumam individualizar cada caso e indicar a medicação e as doses mais adequadas para cada paciente. Este tratamento não deve ser estandardizado.

    A estimulação da ovulação é feita de forma moderada com o objectivo de evitar que mais folículos do que os necessários se desenvolvam, diminuindo o risco de uma gestação múltipla.

    A monitorização é feita através de ecografias periódicas. A sua finalidade é controlar o número de folículos em cada um dos ovários, programar o momento da inseminação e medir a grossura do endométrio.

    O ginecologista observa o processo de amadurecimento dos folículos. Quando estes alcançam o tamanho adequado (18 mm de diâmetro) são considerados maduros e a hormona hCG é administrada com o objectivo de desencadear a ovulação.

    Desta forma o momento exacto da inseminação pode ser planificado.

  • Selecção do Dador

    Selecção do Dador

    A selecção dos dadores segue critérios muito estritos: de entre cada 15 jovens que se submetem aos exames, apenas um pode ser dador.

    Os critérios de selecção do dador de sémen estão regulados por lei e são os seguintes:

      • Idade: entre 18 e 45 anos.
      • Sem antecedentes familiares ou pessoais de doenças crónicas ou graves que possam afectar a sua descendência e sem antecedentes de anomalias congénitas na sua família. O dador não pode ser adoptado, uma vez que os seus antecedentes familiares têm de ser conhecidos.
      • Anonimato e altruísmo: os dadores recebem uma quantia simbólica de dinheiro pelas moléstias causadas pelo processo.
      • Ausência de doenças hereditárias.
      • Ausência de patologias infecciosas.
      • Saúde física e psicológica.

    Jovem dador de esperma

    • Ausência de práticas de risco.
    • Serologia negativa em HIV, hepatite B e C, sífilis, etc.
    • Cultivo de sémen para descartar doenças como a clamídia ou a gonorreia.
    • Espermograma para analisar o sémen antes e depois do congelamento.
    • Hemograma para descartar doenças hepáticas.
    • Serologia feita aos 6 meses devido ao período de tempo que o vírus do VIH leva a manifestar-se.
    • Exames opcionais
inviTRA
Privacy Overview

This website uses cookies so that we can provide you with the best user experience possible. Cookie information is stored in your browser and performs functions such as recognising you when you return to our website and helping our team to understand which sections of the website you find most interesting and useful.