Autor: Carla Nobrega

  • Técnicas de Capacitação do Esperma

    Técnicas de Capacitação do Esperma

    Para ser capaz de fertilizar um óvulo os espermatozóides ejaculados têm de passar por um processo denominado capacitação do esperma.

    A capacitação compreende mudanças na membrana plasmática dos espermatozóides, essenciais para a fusão entre esses espermatozóides e o ovócito. Este processo ocorre de forma natural no interior do aparelho reprodutor feminino, contudo, no âmbito das técnicas de reprodução assistida a capacitação tem de ser feita em laboratório de forma artificial.

    Existem duas grandes técnicas de capacitação do esperma: a swim-up e os gradientes de densidade. Ambas as técnicas têm os mesmos objectivos:

    • Separar os espermatozóides do líquido do sémen.
    • Obter espermatozóides com uma mobilidade rectilínea mínima de 70%.

    A selecção de uma técnica ou de outra depende da qualidade e das características do sémen que será tratado.

    Swim-up e Gradientes de Densidade

    Swim-up

    É a técnica mais antiga e utilizada. Consiste na centrifugação dos espermatozóides e de todas as células ejaculadas num tubo durante 10 minuto para que os espermatozóides possam pousar no fundo desse tubo.

    A amostra de sémen é decantada e o líquido em excesso é eliminado, conservando o sedimento celular. O sedimento celular é, então, combinado com entre 0,3 e 0,5 ml de produto de cultivo e incubado durante 45 ou 60 minutos numa temperatura de 29ºC. Durante este período de tempo os espermatozóides com melhor mobilidade ascendem no meio de cultivo e são resgatados para uso nas diferentes técnicas de reprodução assistida.

    Esta técnica permite recuperar uma alta percentagem de espermatozóides móveis (mais de 90%) e de células morfologicamente normais, tornando o processo de separação dos espermatozóides das restantes células mais fácil. A sua eficácia baseia-se na mobilidade inicial do esperma. A técnica de swim-up requer uma centrifugação rápida e curta para que todas as células dos espermatozóides fiquem depositadas no fundo do tubo de ensaio.

    A principal desvantagem deste método é que, no tubo, os espermatozóides entram em contacto com as restantes células do esperma, podendo produzir um alto número de radicais livres e, consequentemente, a fragmentação do DNA do esperma.

    Geralmente o swim-up é utilizado em casos de sémen normal ou com uma patologia leve e em casos em que não existam suspeitas de infecções ou inflamações no homem.
    Técnicas de capacitação de esperma

    Gradientes de densidade

    Esta técnica baseia-se na combinação de dois aspectos: a mobilidade dos espermatozóides e a sua capacidade de atravessar obstáculos de diferentes densidades.

    O método consiste em centrifugar a amostra de sémen para que essa possa passar através de uma solução composta por dois líquidos de densidade diferente e com gradientes de concentração distintos. Esta técnica permite separar as células através da centrifugação por gradientes de densidade.

    Uma vez estabelecido o gradiente, o esperma é depositado sobre o mesmo, sendo o menos denso o mais próximo da amostra e o mais denso o que está mais distante. Esta mistura é centrifugada durante 15 a 20 minutes a baixa velocidade.

    Esta técnica requer uma centrifugação lenta e prolongada para que os espermatozóides móveis atravessem os diferentes gradientes de densidade desde o ejaculado até ao fundo do tubo de ensaio. Todas as células descendem devido ao movimento, mas apenas o esperma com maior mobilidade é capaz de atravessar todas as camadas com maior facilidade e rapidez.

    Esperma capacitado

    Os gradientes de densidade são uma técnica cara e relativamente difícil de realizar, já que a preparação dos gradientes deve ser feita de forma precisa.

    Esta técnica é utilizada em casos de sémen com patologias moderadas e graves e em casos de suspeita de existência de radicais livres.

  • Estimulação da Ovulação no âmbito da Inseminação Artificial

    Estimulação da Ovulação no âmbito da Inseminação Artificial

    O primeiro passo de uma inseminação artificial é a estimulação controlada do ovário, realizada para que seja possível monitorizar a evolução de todo o processo.

    A estimulação da ovulação é feita através da prescrição de medicamentos que contêm citrato de clomifeno ou gonadotrofinas e que devem ser tomados desde o 2º ou 3º dia do ciclo (considera-se o 1º dia do ciclo o dia em que começa a menstruação).

    Este processo tem uma duração de, aproximadamente, entre 8 e 14 dias.

    As hormonas podem ser injectadas por via subcutânea ou intramuscular, dependendo das indicações médicas. O médico decidirá qual a melhor forma de injecção em função de diversos factores como a idade da paciente, a morfologia dos seus ovários e a sua resposta à estimulação.

    Os especialistas costumam individualizar cada caso e indicar a medicação e as doses mais adequadas para cada paciente. Este tratamento não deve ser estandardizado.

    A estimulação da ovulação é feita de forma moderada com o objectivo de evitar que mais folículos do que os necessários se desenvolvam, diminuindo o risco de uma gestação múltipla.

    A monitorização é feita através de ecografias periódicas. A sua finalidade é controlar o número de folículos em cada um dos ovários, programar o momento da inseminação e medir a grossura do endométrio.

    O ginecologista observa o processo de amadurecimento dos folículos. Quando estes alcançam o tamanho adequado (18 mm de diâmetro) são considerados maduros e a hormona hCG é administrada com o objectivo de desencadear a ovulação.

    Desta forma o momento exacto da inseminação pode ser planificado.

  • Selecção do Dador

    Selecção do Dador

    A selecção dos dadores segue critérios muito estritos: de entre cada 15 jovens que se submetem aos exames, apenas um pode ser dador.

    Os critérios de selecção do dador de sémen estão regulados por lei e são os seguintes:

      • Idade: entre 18 e 45 anos.
      • Sem antecedentes familiares ou pessoais de doenças crónicas ou graves que possam afectar a sua descendência e sem antecedentes de anomalias congénitas na sua família. O dador não pode ser adoptado, uma vez que os seus antecedentes familiares têm de ser conhecidos.
      • Anonimato e altruísmo: os dadores recebem uma quantia simbólica de dinheiro pelas moléstias causadas pelo processo.
      • Ausência de doenças hereditárias.
      • Ausência de patologias infecciosas.
      • Saúde física e psicológica.

    Jovem dador de esperma

    • Ausência de práticas de risco.
    • Serologia negativa em HIV, hepatite B e C, sífilis, etc.
    • Cultivo de sémen para descartar doenças como a clamídia ou a gonorreia.
    • Espermograma para analisar o sémen antes e depois do congelamento.
    • Hemograma para descartar doenças hepáticas.
    • Serologia feita aos 6 meses devido ao período de tempo que o vírus do VIH leva a manifestar-se.
    • Exames opcionais
  • Vantagens da Inseminação Artificial

    Vantagens da Inseminação Artificial

    A inseminação artificial é um procedimento simples cujo tratamento é menos invasivo que o de outras técnicas mais complexas de reprodução assistida.

    Algumas das vantagens desta técnica são as seguintes:

    • É um dos processos de reprodução assistida mais simples.
    • É o método mais parecido com a concepção natural. O sémen é artificialmente introduzido no útero da mulher mas há uma selecção natural do espermatozóide que finalmente fertiliza o óvulo.
    • É uma técnica indolor e, por tanto, não requer anestesia. Assim, não existe um risco elevado para a paciente.
    • É uma técnica de baixo custo económico, especialmente quando comparada com as restantes técnicas de reprodução.

    Segurança no laboratório

    • Graças ao tratamento hormonal é possível detectar o momento exacto da ovulação, o que faz as probabilidades de êxito do tratamento aumentarem pois é possível controlar o momento em que o sémen deve ser depositado no útero da mulher.
    • A estimulação ovárica  realizada durante o tratamento é mais suave que a requerida no tratamento de FIV. Isto reduz os efeitos secundários provocados pelos tratamentos hormonais.
    • A qualidade do sémen melhora com a capacitação deste feita antes da inseminação.
    • Esta técnica permite que mulheres solteiras e casais lésbicos tenham filhos.
  • Indicações da Inseminação Artificial

    Indicações da Inseminação Artificial

    Antes de falar sobre as indicações da inseminação artificial é importante diferenciar entre os seus diferentes tipos: a inseminação artificial conjugal (IAC) e a inseminação artificial com sémen de dador (IAD).

    Inseminação artificial conjugal (IAC)

    A inseminação artificial com o sémen do parceiro é uma técnica de reprodução assistida aplicada nos seguintes casos:

    Problemas de fertilidade masculina. Esta técnica é utilizada quando existem alterações nos parâmetros do sémen (factor de sémen) ou quando existe incapacidade para completar a relação sexual (factor pós-testicular).

    Problemas de fertilidade feminina. Esta técnica é utilizada em casos de infertilidade por factor cervical, por factor uterino, por alterações na ovulação ou por endometriose leve.

    Problemas de esterilidade de origem desconhecida. 20% dos casos de infertilidade são classificados como esterilidade de origem desconhecida, isto é, a causa da esterilidade não é conhecida, logo, o tratamento também não o é. Actualmente, pelo menos um em cada dez casais tem dificuldades em engravidar por causas desconhecidas.

    Problemas de esterilidade imunológica com um nível baixo de anticorpos anti espermatozóides. Num número reduzido de casais existe uma incompatibilidade entre os espermatozóides e o aparelho reprodutor feminino. Isto deve-se, geralmente, a presença de anticorpos fabricados pela mulher que actuam contra os espermatozóides do homem.

    Indicações da IA

    Inseminação artificial com sémen de dador (IAD)

    A inseminação artificial com sémen de dador costuma ser utilizada em casos de esterilidade masculina grave.

    Também é utilizada com o fim de evitar o contágio de doenças sexualmente transmissíveis, e em casos de possíveis transmissões de doenças hereditárias por parte do homem que não podem ser detectadas mediante um diagnóstico genético pré-implantação.

    Cada vez existem mais mulheres que decidem ser mães solteiras. Se a idade da mulher é inferior a 35 anos e se não há qualquer alteração na sua fertilidade, este tratamento é o escolhido.

    Espermatozóides e óvulo
    No caso das mulheres homossexuais, sempre que, como no caso anterior, tenham menos de 35 anos e não tenham problemas de fertilidade esta técnica é, também, utilizada.

  • Resultados da Inseminação Artificial com Sémen de Dador

    Resultados da Inseminação Artificial com Sémen de Dador

    Os resultados da inseminação artificial com sémen de dador dependem, fundamentalmente, da idade da mulher, que não deve ultrapassar os 35 anos.

    Outros factores que também influenciam estes resultados são:

    • A causa da infertilidade.
    • A grossura do endométrio da mulher.
    • O tratamento utilizado para a estimulação da ovulação.
    • O resultado da contagem de espermatozóides com mobilidade do sémen descongelado.

    Tubos de ensaio

    Assim, a taxa de gravidez pode varia entre os 18% e os 30% por ciclo de inseminação.

    É importante recordar que a probabilidade de uma gravidez natural é de entre 20 e 30% por ciclo menstrual. Contudo, e se tivermos em conta que a taxa de sucesso da inseminação artificial é acumulativa , depois de quatro ciclos de inseminação essa taxa situa-se entre os 60% e 70%. Por este motivo, é recomendado que depois de uma falha de inseminação, outra seja feita consecutivamente para que as possibilidades de engravidar da mulher aumentem.

    Taxas de gravidez por ciclo:

    • Com 1 ciclo: 17-28%
    • Com 2 ciclos: 30-46%
    • Com 3 ciclos: 48- 60%
    • Com 4 ciclos: 60-75%
  • Indicações da Inseminação Artificial com Sémen de Dador (IAD)

    Indicações da Inseminação Artificial com Sémen de Dador (IAD)

    A inseminação artificial com sémen de dador é uma técnica de reprodução assistida aplicada nos seguintes casos:

    • Esterilidade masculina não susceptível de realizar ICSI como é o caso de uma azoospermia sem possibilidades de recuperação de espermatozóides no testículo ou no epidídimo.
    • Microinjecções intracitoplasmáticas de espermatozóides falhadas por causa masculina ou desconhecida.
    • Possibilidade do homem transmitir uma doença genética aos filhos.
    • Possibilidade do homem transmitir uma doença sexualmente transmissível e quando a lavagem do sémen não oferece garantias de eliminação total da doença.
    • Mulheres que decidem ser mães solteiras.
    • Casais lésbicos.

    Mulher gravida

    Este tipo de inseminação artificial é feito da mesma forma, e seguindo os mesmos passos, da inseminação artificial conjugal. A única diferença reside na origem da amostra de sémen, que neste caso é proveniente de um dador.

    A utilização da inseminação artificial está aconselhada sempre que a idade dos pacientes o permita e sempre que é indicada pois é uma técnica menos invasiva e tem boas taxas de sucesso (gravidez). Cada inseminação tem uma taxa de êxito de entre 15% e 20%, taxa essa que é acumulativa e pode aumentar ao longo de 4 ciclos de inseminação.

  • Inseminação Artifical com Sémen de Dador (IAD)

    Inseminação Artifical com Sémen de Dador (IAD)

    A inseminação artificial com sémen de dador é uma técnica de reprodução assistida utilizada em casos de:

    • Infertilidade masculina.
    • Existência de possibilidades de transmissão de uma doença hereditária aos filhos.
    • Mulheres que decidem ser mães sem ter relações sexuais.

    IAD

    Comparaçao com a IAC

    A principal diferença entre este tipo de inseminação e a inseminação artificial conjugal é a forma como o sémen é obtido.  No primeiro caso, um dador tem de ser seleccionado pela clínica.

    A paciente que recebe o sémen nao intervem no processo de seleccção do dador e esse permanece no anonimato. Da mesma forma, o dador nao conhecerá a identidade da paciente ou casal que receberá o seu sémen.

    A eleição de um dador de esperma depende, em primeiro lugar, do seu tipo sanguíneo e, em segundo lugar, das suas características físicas.

    Todos os demais pontos do processo são praticamente idênticos nos dois tipos de inseminação.

    Requisitos

    Neste tipo de inseminação, os requisitos mínimos da mulher que se vai submeter ao tratamento de reprodução são os mais importantes. No caso do dador, o seu estado de saúde e a qualidade do seu sémen serão testados. O banco de sémen garante a qualidade do esperma.

    Para que uma mulher possa submeter-se a este tratamento é necessário que tenha permeabilidade tubária em pelo menos uma das trompas de Falópio. A sua resposta ovárica à medicação deve, igualmente, ser adequada e o endométrio deve ser capaz de aceitar a implantação embrionária.

    Resultados

    As taxas de êxito da IAD variam em função das clínicas, do dador seleccionado e da mulher, entre outros factores.

    Por norma geral, uma mulher jovem com menos de 35 anos tem boas probabilidades de engravidar no âmbito de uma IAD. Essa probabilidade varia entre os valores de 19% e 30%.

    É importante recordar que, na inseminação artificial, a taxa de gravidez é acumulativa. Assim, se a primeira tentativa não resultar numa gravidez, outras tentativas devem ser realizadas. Depois de quatro tentativas as probabilidades de conseguir uma gestação são de entre 60% e 80%.

    Vantagens

    As vantagens de uma inseminação artificial com sémen de dador são as mesmas que as de uma inseminação artificial conjugal. Essas vantagens foram, anteriormente, abordadas e explicadas no artigo sobre inseminação artificial.

    Problemas

    Os riscos associados com uma IAD são exactamente os mesmos de uma IAC. Assim, esses problemas foram já explicados num artigo anterior.

  • Ciclos Menstruais Dolorosos

    Ciclos Menstruais Dolorosos

    Muitas mulheres sentem dor durante o seu ciclo menstrual. As dores severas durante a menstruação consistem em cãibras ou cólicas na zona pélvica ou até mesmo nas pernas e nas costas. Quando são graves estas dores são acompanhadas de fatiga, dor de cabeça, náuseas, dor abdominal, problemas digestivos e mal-estar.

    Exisem dois grandes tipos de dores que se manifestam durante a menstruação:

    • A dismenorreia primária é um efeito secundário natural da menstruação e manifesta-se durante os primeiros dias do sangramento. Pode ser uma dor forte que não está, normalmente, associada à nenhum problema do útero ou do órgãos pélvicos. .
    • A sesmenorreia secundária é causada por um doença subjacente e que está, geralmente, relacionada com problemas do aparelho reprodutor (endometriose, fibroses uterinas, etc). Podem provocar dores intensas.

    Ovários e Menstruação

    Estas são algumas partes do corpo onde podes sentir dores durante a menstruação:

    • Cólon, recto ou ânus
    • Ao urinar
    • Lábios genitais
    • Cintura, ancas ou coxis
    • Garganta
    • Articulações
    • Ossos
    • Zona lombar e costas
    • Rins
    • Ovários e útero
    • Estómago
    • Seios

    Dores de cabeça e menstruação

    Causas da dor durante a menstruação

    O que provoca dor durante a menstruação? A maioria das dores menstruais é um efeito secundário do processo natural de menstruação. As dores ocorrem quando a parede muscular do útero contrai-se devido a prostaglandina. Esta hormona é a causa da inflamação e das contracções do útero e provoca dores e o sangramento conhecido como menstruação (escamação da parede do endométrio).

    As dores de cabeça devem-se, normalmente, as variações bruscas de hormonas sexuais no sangue. Alguns especialistas associam estas dores de cabeça também, ao aumento da pressão sanguínea que ocorre para compensar a perda de sangue do organismo.

    Por vezes, os dispositivos intra-uterinos podem provocar dores menstruais.

  • Decapeptyl

    Decapeptyl

    O Decapeptyl é um análogo da GnRH (hormona libertadora de gonadotrofinas).

    Este fármaco é utilizado durante a estimulação da ovulação no âmbito de um ciclo de fertilização in vitro ou de ICSI.

    O seu formato é Decapeptyl 3,75 mg/2 ml pó e veículo para suspensão injectável.

      • Princípio activo: Acetato de triptorrelina. É um análogo da GnRH.
      • Composição: Triptorelina 0.1 miligramas. O veículo contido na ampola para preparação da suspensão contém manitol e água para injectáveis.
      • Apresentação: O Decapeptyl consiste num pó liofilizado esbranquiçado para suspensão em meio próprio e injecção imediata. Este medicamento existe em embalagens contendo 1 frasco com o pó liofilizado, 1 ampola com 2 ml de veículo de suspensão, 1 seringa e 2 agulhas.

    Decapeptyl

    • Preço aproximado: 36,08 euros.
    • Indicações esterilidade feminina: tratamentos de estimulação da ovulação no âmbito de uma fertilização in vitro ou ICSI.
    • Contra-indicações: hipersensibilidade ao princípio activo e componentes. A sua prescrição está contra-indicada em mulheres gravidas.
    • Efeitos secundários: afrontamentos, fraqueza, sudação excessiva, dor nas costas, sensação de formigueiro nas pernas e náuseas. Efeitos sobre a capacidade para conduzir veículos e utilizar maquinaria pesada não foram detectados.
    • Interacções com outros medicamentos: não foram observadas interacções com os medicamentos de uso mais frequente pela população.
    • Conservação: manter o fármaco a temperatura ambiente, preferivelmente a uma temperatura inferior a 25ºC. Manter fora do alcance das crianças.
    • Instruções de uso: transferir o líquido da ampola para o frasco onde está o pó. Agitar até dissolver completamente e administrar imediatamente.
    • Venda só com receita médica.

    A informação publicada não deve substituir, em nenhum caso, as indicações dos médicos.

    Fonte: Inframed

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